Foram apreendidos aparelhos celulares, computador e mídias de armazenamento, os quais serão submetidos à perícia.
07 de julho de 2026 às 10:21 - Atualizado em 08 de julho de 2026 às 10:10
PF faz operação contra material de abuso sexual infantil em Fortaleza Foto: Divulgação/PF
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira, 7 de julho, as operações Comércio do Mal VI e Inocência Protegida XIX, com o objetivo de cumprir dois mandados de busca e apreensão no âmbito de investigações que apuram comercialização, aquisição, armazenamento e compartilhamento de cenas de abuso sexual de crianças e adolescentes.
As ordens judiciais, expedidas pela Justiça Federal, foram cumpridas em Fortaleza. Foram apreendidos aparelhos celulares, computador e mídias de armazenamento, os quais serão submetidos à perícia.

A Operação Comércio do Mal VI decorre de desdobramento de apuração conduzida pelo Ministério Público do Estado de São Paulo. As investigações apontam que usuários brasileiros realizaram pagamentos em criptomoedas para adquirir material de abuso sexual infantojuvenil disponibilizado em ambiente virtual, tendo sido identificadas transações relacionadas ao Ceará.
Já a Operação Inocência Protegida XIX teve origem após a análise de aparelhos eletrônicos apreendidos em outro inquérito policial. A extração dos dados revelou a existência de grupos em um aplicativo destinados ao compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil, possibilitando a identificação de participantes em diferentes estados, entre eles um investigado localizado no Ceará.
Os investigados poderão responder, conforme o caso, pelos crimes de comercialização, de aquisição, de armazenamento e de divulgação de material de abuso sexual de crianças e adolescentes, sem prejuízo da apuração de outros delitos eventualmente identificados no decorrer das investigações.
Duas operações da Polícia Federal também foram deflagradas no último dia 17 de junho, voltadas ao combate de crimes relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes pela internet.
As ações ocorreram em diferentes regiões do Recife e tiveram como foco pessoas suspeitas de armazenar, distribuir e até negociar conteúdos ilegais por meio de plataformas digitais.
Batizadas de Rastilho e Rastro, as operações foram executadas simultaneamente e resultaram no cumprimento de mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal.
Segundo a PF, a análise do material apreendido foi fundamental para aprofundar as investigações, identificar eventuais vítimas e verificar a existência de outras pessoas envolvidas nos crimes.
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Apesar da condenação, a pena foi reduzida em razão da confissão espontânea do acusado. O crime foi na véspera do Natal de 2022 e chocou o estado.
Além da presença das equipes em solo, a Operação conta com uma equipe preparada para o emprego de drones, utilizados para otimizar a visualização das áreas de grande circulação que abrigam as missas.
Após a confirmação preliminar da substância, a mulher foi conduzida à Superintendência Regional da Polícia Federal em Pernambuco, onde foi autuada em flagrante.
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