Policiais militares Foto: Divulgação
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) faz, nesta quinta-feira, 7 de novembro, uma operação para prender 22 policiais militares acusados de cobrar propina de comerciantes da Baixada Fluminense. A ação está sendo feita em conjunto com a Corregedoria da Polícia Militar (PM).
De acordo com o MPRJ, os policiais saíam às sextas-feiras para fazer “tour da propina” em Nova Iguaçu. A investigação identificou pelo menos 54 estabelecimentos comerciais que tinham que pagar valores aos policiais militares do Batalhão do município (20º BPM).
A denúncia do MPRJ aponta que os policiais usavam um carro da corporação para fazer a ronda. A viatura parava brevemente em frente ao comércio e os policiais recebiam de duas formas: ou alguém se aproximava do carro e entregava o dinheiro ou um dos policiais entrava na loja para recolher a quantia.
Os alvos dos policiais, em seu esquema de cobrança de propina, incluíam principalmente estabelecimentos de reciclagem, ferros-velhos, distribuidores de gás e lojas de material de construção. Além de dinheiro, os policiais recolhiam engradados de cerveja em depósitos e frutas em um mercadinho.
O pedido de prisão dos policiais foi feito pela própria corregedoria da corporação, com base em investigações da Delegacia de Polícia Judiciária. Eles foram denunciados por corrupção passiva, negativa de obediência e organização criminosa.
A Força Tarefa de Combate ao Crime Organizado – FICCO/SP, em ação conjunta com o GAECO/SP e com o apoio da Corregedoria da Polícia Civil do Estado de São Paulo, realizou, em setembro deste ano, a Operação Face Off, com o objetivo de reprimir crimes de corrupção ativa e passiva e de lavagem de dinheiro praticados por narcotraficantes internacionais e policiais civis de São Paulo.
Na operação, estão sendo cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva nas cidades de São Paulo/SP e Arujá/SP.
Além dos mandados de busca e de prisão, foram decretadas ordens judiciais de sequestro de bens imóveis e veículos, assim como o bloqueio de valores em contas bancárias das pessoas físicas e jurídicas investigadas pelas práticas criminosas supracitadas.
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Higor Oliveira, de 28 anos, percebeu o casal discutindo e decidiu intervir com o intuito de evitar um episódio de agressão contra a mulher.
Os policiais afirmaram que, em dado momento da perseguição, um dos ocupantes desceu do transporte e atirou. Os outros três suspeitos então seguiram adiante.
A investigação apura irregularidades no certame do Tribunal de Justiça de Pernambuco, realizado em setembro de 2025 para o cargo de técnico.
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