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Vídeo: membro do CV e foragido por matar agente do Core morre durante confronto na Cidade de Deus

O alvo era Luiz Felipe Honorato Silva Romão, conhecido como Mangabinha, integrante do Comando Vermelho (CV).

Gabriel Alves

21 de novembro de 2025 às 13:59   - Atualizado às 14:17

Membro do CV foragido por matar agente do Core.

Membro do CV foragido por matar agente do Core. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura

Um homem apontado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) como um dos envolvidos na morte do agente da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) José Antônio Lourenço Júnior foi morto em confronto com equipes da própria coordenadoria na madrugada desta sexta-feira, 21 de novembro, na Cidade de Deus, Zona Oeste da capital. (veja vídeo abaixo)

O alvo era Luiz Felipe Honorato Silva Romão, conhecido como Mangabinha, integrante do Comando Vermelho (CV). Segundo a polícia, ele atuava entre as regiões conhecidas como Karatê e 13, onde exercia funções ligadas ao tráfico, incluindo a vigilância de pontos de venda de drogas.

A Core entrou na comunidade para cumprir dois mandados de prisão, relacionados à evasão do sistema prisional e ao homicídio do agente José Antônio. Durante a ação, houve troca de tiros, e o suspeito foi atingido e morreu no local. Ele possuía cinco anotações criminais e estava foragido.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Crime e tráfico

De acordo com a Polícia Civil, Mangabinha utilizava redes sociais para exibir armas e rádios, além de publicar mensagens incitando ataques contra policiais. Ele também era identificado pelo perfil “Gustavinho 15733”.

Ainda segundo a Core, há cerca de seis meses ele teria celebrado, em postagens, ataques contra equipes da coordenadoria, incluindo a ação que resultou na morte do agente José Antônio.

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Agente da Core

O agente da Core foi morto em maio, durante a Operação Gelo Podre, que investigava a produção e venda de sacos plásticos contaminados para barracas de praia na Barra da Tijuca e no Recreio.

Ferido durante a operação na Cidade de Deus, José Antônio foi levado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, mas não resistiu. Ele atuava na coordenadoria, era diretor jurídico do Sindicato dos Policiais Civis e já ocupou o cargo de subsecretário de Ordem Pública do Rio.

Desde então, três suspeitos de participação no crime foram mortos em confrontos com a Core:

  • Gabriel Gomes da Costa, o Ratomen: morto em agosto;
  • Ygor Freitas de Andrade, o Matuê: morto em outubro e apontado como o autor do disparo fatal;
  • Luiz Felipe Honorato Silva Romão, o Mangabinha: morto nesta sexta (21).

O que diz a Core

Em nota, a Core declarou que suas operações seguem critérios de “técnica, legalidade e rigor operacional”, com foco na proteção de vidas e na responsabilização de criminosos.

A corporação informou ainda que a Delegacia de Homicídios da Capital identificou Ratomen e Mangabinha e obteve suas prisões decretadas após investigação que apontou a participação de ambos nos ataques à equipe que atuava na Cidade de Deus.

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