Entre os mortos estão chefes de facção de outros estados, como Chico Rato (AM), DG (BA), Mazola (BA), PP (PA), Rodinha (GO), Russo (ES) e Gringo (AM).
Mortos empilhados após megaoperação. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Na manhã desta sexta-feira, 31 de outubro, a Cúpula da Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro divulgou uma lista parcial com 99 suspeitos identificados entre os 117 mortos na megaoperação policial nos complexos da Penha e Alemão, na Zona Norte carioca.
Segundo o secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, a maioria dos mortos possuía histórico de crimes graves, incluindo homicídio, tráfico de drogas e envolvimento com organizações criminosas. Do total identificado, 42 estavam foragidos da Justiça e 39 eram de outros estados, entre eles Pará, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraíba.
Entre os mortos estão chefes de facção de outros estados, como Chico Rato (AM), DG (BA), Mazola (BA), PP (PA), Rodinha (GO), Russo (ES) e Gringo (AM).
De acordo com Curi, as comunidades da Penha e do Alemão se consolidaram como o quartel-general nacional do Comando Vermelho, servindo de centro de decisões e treinamento para integrantes da facção de todo o país.
“As informações de inteligência apontam que nos complexos da Penha e do Alemão são realizados treinamentos de tiro e doutrinação. Os criminosos vêm de outros estados, passam por esse processo e retornam às suas bases para expandir a atuação do Comando Vermelho”, explicou o secretário.
Desde terça-feira, o Instituto Médico-Legal (IML) do Rio realiza uma força-tarefa para identificar os corpos. Além dos 117 suspeitos, a operação também resultou na morte de quatro policiais: dois civis e dois militares, já sepultados. A ação foi classificada como a mais letal da história do estado.
Balanço da megaoperação
Cerca de 2,5 mil policiais civis e militares deflagram a ação contra o CV intitulada Operação Contenção, mirando líderes faccionados e deixou mais de 120 mortos.
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Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
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