Maconha encontrada na bandeja de ovo. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP) informa que, na tarde da terça-feira, 3 de junho, a equipe de policiais penais do Presídio de Igarassu (PIG), na Região Metropolitana do Recife, interceptou, na porta de entrada da unidade prisional, uma bandeja com 30 ovos contendo 210 gramas de substância análoga à maconha.
O produto foi identificado durante a entrega de mantimentos por familiares de detentos, usando o scanner de objetos. De imediato, foi acionada a equipe do Departamento de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) para providências cabíveis. O entregador da encomenda, que declarou ter recebido a quantia de R$ 10,00 pelo serviço, foi preso em flagrante. Já o detento destinatário da droga havia sido liberado por alvará de soltura. A ocorrência segue sob investigação do Denarc.
A ação no PIG faz parte dos procedimentos e protocolos de segurança internos adotados pela SEAP para coibir e evitar a entrada de materiais ilícitos e proibidos nas unidades prisionais do estado.
A Polícia Federal por meio de sua Delegacia em Salgueiro/PE vem promovendo ações de identificação e consequente erradicação de plantios de maconha no sertão pernambucano.
Tais medidas fazem parte das estratégias adotadas pela Coordenação-Geral de Repressão a Drogas, Armas, Crimes Contra o Patrimônio, e Facções Criminosas-CGPRE, Órgão Central da Polícia Federal em Brasília/DF e Superintendência Regional em Pernambuco, com o objetivo de extinguir a produção e oferta de maconha no sertão Pernambucano.
Desta vez foram erradicados e destruídos entre os dias 01/04 a 14/05/2025 (44 dias) cerca de 434 mil pés de maconha que estavam em 69 plantios, além da destruição de 2.200Kg (duas toneladas e duzentos quilos) de maconha pronta para o consumo.
Caso os 434 mil pés de maconha fossem colhidos, prensados e colocados no mercado consumidor daria para se produzir 144 toneladas de maconha.
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Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
Juliana, de 27 anos, começou a passar mal rapidamente, com problemas respiratórios. Ela foi levada ao hospital, mas sofreu uma parada cardíaca e morreu.
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