Jornalista Ana Louise Gadelha. Foto: Reprodução/Redes sociais
A jornalista Ana Louise Gadelha usou suas redes sociais nesta terça-feira, 28 de outubro, para relatar um episódio de agressão sofrido durante a prática de atividade física na orla de Fortaleza, capital do Ceará. (Veja vídeo)
Segundo o relato, Ana foi surpreendida por uma mulher em situação de rua, que teria lhe dado um tapa nas costas enquanto ela se dirigia para o ponto de encontro de sua assessoria de corrida, por volta das 5h da manhã.
“Eu desci do carro e estava andando em direção à assessoria quando um homem começou a gritar ‘ei, ei, ei’, tentando me alertar, mas não deu tempo. A mulher me deu um tapão nas costas, um tapa seco e forte, mais do que eu imaginava que fosse capaz. Fiquei sem reação, e ainda bem que não reagi”, relatou a jornalista em vídeo publicado.
Veja vídeo:
Ana também contou que, pouco depois, encontrou outra corredora que havia sido atacada pela mesma mulher.
“Ela me mostrou o braço sangrando. Disse que a mesma moradora de rua tinha jogado um caco de vidro nela. A partir do meu vídeo, outras pessoas começaram a relatar situações parecidas”, acrescentou.
O caso gerou grande repercussão nas redes sociais e reacendeu o debate sobre segurança pública e assistência social na região da Beira Mar. Segundo relatos, a mulher em situação de rua costuma circular pela área e já teria ameaçado outros frequentadores.
De acordo com a jornalista, mesmo após as denúncias, autoridades locais não tomaram providências imediatas.
“A moça que teve o braço machucado tentou avisar as autoridades que ficam ali na Beira Mar e nada fizeram. Nem sequer se aproximaram para ver se ela não estava com outro objeto cortante”, contou.
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Segundo equipes de patrulhamento, a dupla de turistas, pai e filho, perceberam o golpe depois de realizar o pagamento em uma máquina de cartão de crédito.
Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
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