Irmãos gêmeos Kaio Silva e Kauan Silva. Foto: Reprodução
No interior do Ceará, na cidade de Trairi, homens armados assassinam a tiros os irmãos gêmeos Kaio Silva e Kauan Silva durante uma vaqueja na Vila Padre Anchieta.
De acordo com o G1, uma testemunha que não quis se identificar, informou que os jovens estavam no local da vaquejada desde sábado, 15 de fevereiro, participando das festividades.
Durante o evento, Kauan, que era solteiro, dançou com uma mulher apontada como ex-namorada de um dos suspeitos do crime. No dia seguinte, a dança entre ele e essa mulher se repetiu.
No domingo, 16 de fevereiro, Kauan e o irmão participaram do evento e à noite enquanto dormiam em uma casa disponibilizadas para os vaqueiros. Homens armados e encapuzados invadiram o local em busca de quem dançou com a mulher. Além disso, a testemunha também relatou, que no momento do ataque, Kaio estava deitado na rede com a namorada, que está grávida. Já Kauan, estava sozinho.
Os suspeitos localizaram os irmãos e atiraram neles, atingindo-os com vários disparos no roso. A testemunha afirma que não sabe ainda se os criminosos atiraram por não saber qual dos irmãos havia dançado com ex-mulher do criminoso ou se "por maldade". De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social, socorristas levaram as duas vítimas a uma unidade hospital, mas elas não resistiram.
Ainda assim, a Polícia Militar e da Polícia Civil fazem buscas na região para captura os suspeitos do crime. A Delegacia Municipal de Trairi investiga o caso. Kaio e Kauan Silva, moradores de Pentecoste, estavam na cidade vizinha para participar de um evento. Kauan costumava fazer a locução de eventos do gênero. Os irmãos competiam em vaquejadas, uma atividade onde se derruba o boi puxando-o pelo rabo.
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A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) orientou que o volume fosse mantido em uma área segura e que não fosse aberto ou manipulado.
Investigação começou após a vítima relatar ameaças e transferências por Pix; suspeita foi localizada no interior do Ceará.
O grupo é suspeito de comércio ilegal de armas, vazamento de dados restritos da segurança pública e lavagem de capitais em benefício da facção criminosa, que atua no Complexo de Israel, na zona norte da capital fluminense.
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