Influenciadora é morta com cinto de segurança. Fotos: Reprodução/ Redes Sociais
A influenciadora Beatriz dos Anjos Miranda, de 24 anos, foi assassinada na madrugada deste sábado, 29 de março, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza.
Com mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais, Beatriz foi morta por asfixia com o cinto de segurança dentro de um carro.
O ex-namorado dela, Antônio Lício Morais da Costa, de 20 anos, foi preso pela Polícia Militar como suspeito do feminicídio.
Segundo relatos, Beatriz estava no veículo do suspeito quando os dois iniciaram uma discussão.
Durante a briga, Lício foi para o banco de trás e a estrangulou com o cinto de segurança. Após cometer o crime, ele abandonou o carro em um loteamento e incendiou o veículo com o corpo da jovem dentro.
Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada para conter as chamas. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, os policiais encontraram o corpo da vítima com sinais de violência dentro do automóvel parcialmente incendiado.
Lício foi localizado e capturado por uma equipe da Polícia Militar, sendo levado a uma delegacia plantonista, onde foi autuado por feminicídio. Ele já possuía antecedentes criminais por crimes contra a administração pública, desacato e resistência.
A influenciadora costumava compartilhar sua rotina, vídeos de dança e conteúdos de humor nas redes sociais. No aplicativo Kwai, ela acumulava mais de 37 milhões de curtidas. Beatriz deixa duas filhas pequenas.
Horas antes do crime, vídeos nas redes sociais mostraram Beatriz e Lício discutindo. Em um dos registros, a jovem acerta o suspeito com um objeto semelhante a uma faca, enquanto ele aparece sangrando e chorando, pedindo que ela parasse. A briga teria sido motivada por uma suposta traição.
Em fevereiro deste ano, o casal já havia se envolvido em outra polêmica. Lício destruiu sua própria motocicleta após ser abordado pela Polícia Rodoviária Estadual (PRE), que constatou irregularidades no licenciamento do veículo.
Na época, Beatriz gravou um vídeo em que Lício aparece sendo derrubado e imobilizado com um mata-leão por um dos agentes.
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Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
Juliana, de 27 anos, começou a passar mal rapidamente, com problemas respiratórios. Ela foi levada ao hospital, mas sofreu uma parada cardíaca e morreu.
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