Jogo do tigrinho. Foto: Reprodução
Um homem de 21 anos está sendo investigado pela Polícia Civil de Santa Catarina por falsa comunicação de crime. Isso porque ele inventou uma história para tentar encobrir a perda de dinheiro em apostas.
De acordo com as investigações, o jovem, que não teve sua identidade revelada, utilizou o próprio salário e o da esposa, cerca de R$ 4,2 mil, para apostar no chamado "jogo do tigrinho", mas acabou perdendo tudo. Com medo da reação da companheira, decidiu mentir e disse que havia sido assaltado.
Para sustentar a farsa, o homem procurou uma delegacia no início de junho para registrar um boletim de ocorrência. Em depoimento, afirmou aos investigadores que havia sido abordado por três homens que teriam agido com violência. Ele chegou, inclusive, a apresentar hematomas e lesões, alegando que teriam sido causados durante o suposto assalto.
No entanto, durante a apuração, a Polícia Civil descobriu que o dinheiro havia sido gasto em uma plataforma de jogos online. Diante das provas, o homem confessou a mentira e admitiu que todo o valor foi perdido em apostas.
Com base na confissão, o delegado Filipe Martins, responsável pelo caso, autuou o jovem por falsa comunicação de crime. Um Termo Circunstanciado foi registrado. O caso aconteceu no município de Gaspar, em Santa Catarina.
Uma mulher de 23 anos foi presa após esfaquear a própria filha de apenas 2 anos e 7 meses, na cidade de Santo Antônio do Descoberto (GO) e em seguida tentou tirar a própria vida.
Segundo a Polícia Civil, a jovem afirmou estar sendo ameaçada por agiotas a quem estava devendo dinheiro por acumular dívidas com devido a apostas no "Jogo do Tigrinho".
“Ela relatou que estaria sendo ameaçada por agiotas e decidiu atentar contra a própria vida e contra a vida de sua filha com o intuito de evitar que a criança fosse criada por familiares”, explicou Nathália Luz, delegada da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam).
De acordo com o depoimento, ela estaria tentando livrar a criança de ser cuidada pelos familiares e o crime foi motivado pelo desespero das cobranças.
“Ela falou que tentou matar a filha para não deixar a criança ser criada por familiares, uma vez que ela sofreria por ser muito apegada à mãe”.
A autora também tentou tirar a própria vida, cortou os pulsos e tomou diversos medicamentos em excesso. Os cortes foram superficiais. Na ocasião, a mulher ligou para o ex-companheiro e contou a situação. O homem chegou ao local e prestou socorro à criança.
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Segundo equipes de patrulhamento, a dupla de turistas, pai e filho, perceberam o golpe depois de realizar o pagamento em uma máquina de cartão de crédito.
Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
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