Bruxo Paulo Padilha foi atingido durante ataque atribuído a um motociclista; acompanhante também acabou baleado e foi hospitalizado.
21 de agosto de 2026 às 11:25 - Atualizado às 11:27
Luciano Victor Melo de Sousa tinha 38 anos. Foto: Reprodução
Luciano Victor Melo de Sousa, conhecido como Bruxo Paulo Padilha, foi morto a tiros na manhã da quinta-feira, 20 de agosto, no bairro Fátima, em Fortaleza. Ele tinha 38 anos e se apresentava nas redes sociais como fundador da primeira Igreja de Lúcifer da capital cearense.
O ataque aconteceu em frente a uma oficina mecânica localizada na Avenida 13 de Maio. Segundo as informações iniciais, Luciano estava em um automóvel com outro homem quando um dos pneus apresentou problema.
A dupla parou no estabelecimento para solicitar o reparo. Enquanto aguardava o atendimento, um motociclista se aproximou e efetuou diversos disparos, conforme relatos de testemunhas repassados à Polícia Militar.
Luciano foi atingido na cabeça e no tórax e morreu no local. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado, mas a vítima não resistiu aos ferimentos.
O homem que estava com Luciano também acabou atingido. Ele utilizava tornozeleira eletrônica e foi socorrido para o Instituto Doutor José Frota, no Centro de Fortaleza.
As autoridades não divulgaram oficialmente informações atualizadas sobre o quadro clínico do sobrevivente. Após os disparos, o responsável pelo ataque fugiu de motocicleta e ainda não havia sido localizado até a última atualização.
Equipes da Polícia Civil e da Perícia Forense estiveram na oficina para recolher vestígios e buscar informações que possam ajudar na identificação do autor.
O homicídio é investigado pela 5ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa. A motivação do crime ainda não foi esclarecida.
Luciano mantinha uma instituição religiosa no bairro Benfica, onde promovia cerimônias associadas à quimbanda luciferiana. Nas redes sociais, apresentava-se como bruxo e sacerdote, além de divulgar rituais e serviços religiosos.
Ele também era proprietário de estabelecimentos comerciais na região. Conforme a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará, Luciano possuía antecedentes por corrupção ativa, ameaça, injúria e desacato. A existência desses registros não foi relacionada oficialmente ao assassinato.
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Ação integrada mobilizou forças estaduais e federais nesta sexta-feira (21) para desarticular uma organização criminosa atuante no município.
Diante da situação inusitada, os PMs providenciaram um colchão e lençóis, e acomodaram a paciente na calçada da residência.
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