Policial penal preso por ajudar o Comando Vermelho. Foto: Divulgação
José Ramony Emanuel de Melo Costa, ex-diretor de presídios de 29 anos, foi preso na última quinta-feira, 31 de outubro, sob a acusação de liderar um esquema para facilitar a entrada de celulares em uma unidade prisional de Itaitinga, localizada na região metropolitana de Fortaleza, no Ceará.
De acordo com as investigações, o policial penal estaria facilitando o uso desses aparelhos por detentos ligados à facção Comando Vermelho (CV) para coordenar crimes de dentro das prisões.
A investigação indica que Ramony recebeu R$ 35 mil em uma das transações, cobrando uma média de R$ 12 mil por cada aparelho introduzido nas unidades prisionais.
A prisão foi realizada em meio a uma investigação conduzida pela Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário (CGD), órgão responsável por supervisionar a conduta de policiais penais e demais servidores ligados à segurança pública.
Durante a operação que resultou na detenção de Ramony, autoridades apreenderam itens como um carro de luxo, quantias de dinheiro em espécie e uma série de aparelhos celulares.
Segundo informações da CGD e da Delegacia de Assuntos Internos (DAI), as investigações seguem em andamento para elucidar os detalhes do esquema e possíveis outras pessoas envolvidas.
Alertados, outros agentes penais reuniram e apresentaram à DAI seis aparelhos apreendidos na unidade no último mês de outubro. A partir dessas informações, uma operação foi deflagrada, culminando na prisão de Ramony e na apreensão de um veículo BMW, aproximadamente R$ 45 mil em dinheiro, seis celulares, 10 chips, munições, carregadores e outros acessórios para os aparelhos.
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A Guarda Municipal, por meio da equipe da Guarda Ambiental, foi acionada para uma ocorrência de maus-tratos a animal, que não resistiu aos ferimentos e morreu.
A criança estava internada em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara desde a noite de quarta-feira (11), quando foi atingida pelos disparos.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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