Desaparecimento da corretora de imóveis Daiane Alves Souza. Foto: Reprodução
O desaparecimento da corretora de imóveis Daiane Alves Souza completa um mês neste sábado, 17, em Caldas Novas, município turístico do interior de Goiás. Os últimos registros da moradora até o momento seriam do elevador do edifício em que morava.
Na sexta-feira, 16, a Polícia Civil informou que o caso passou a ser apurado pelo Grupo Especial de Investigação de Homicídios. Também apontou que realiza uma força-tarefa, com diligências, oitivas, análises técnicas e outras medidas investigativas.
O caso ganhou repercussão pelas circunstâncias do desaparecimento, pois a moradora teria se deslocado ao subsolo do edifício por causa de interrupção no fornecimento de energia.
Além disso, teria histórico de conflitos com o síndico.
Daiane move uma ação judicial contra o condomínio desde o ano passado.
Ela e o síndico chegaram a participar de uma audiência de conciliação virtual em outubro do ano passado, mas não houve acordo.
A Polícia também anunciou que não irá veicular "informações adicionais" do caso por enquanto. A decisão teria o objetivo "de preservar o sigilo necessário às diligências em curso e evitar prejuízo às apurações".
Um cartaz com a foto de Daiane tem sido veiculado pela polícia, a fim de localizar testemunhas e indícios do paradeiro da corretora.
Estadão Conteúdo
2
3
4
03:50, 13 Fev
24
°c
Fonte: OpenWeather
Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
Juliana, de 27 anos, começou a passar mal rapidamente, com problemas respiratórios. Ela foi levada ao hospital, mas sofreu uma parada cardíaca e morreu.
mais notícias
+