Informações apuradas no local apontam que a mulher teria tentado proteger o filho durante a ação dos bandidos. Ambos morreram antes da chegada do socorro.
04 de junho de 2026 às 12:40 - Atualizado às 12:50
Carros do IML, no Recife. Foto: SDS/Divulgação/Arquivo
A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) investiga um duplo homicídio registrado nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira, 4 de junho, no município de Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife.
As vítimas foram uma mulher de 48 anos e o filho dela, de 20 anos, assassinados dentro da residência onde moravam, no bairro de Caetés I.
De acordo com informações preliminares, homens armados invadiram o imóvel, localizado na Rua Cento e Setenta e Cinco, e efetuaram diversos disparos contra as vítimas. Após o ataque, os suspeitos fugiram e, até o momento, não foram localizados.
Informações apuradas no local apontam que a mulher teria tentado proteger o filho durante a ação criminosa. Os dois acabaram atingidos pelos tiros e morreram antes da chegada do socorro.
Policiais militares foram acionados para a ocorrência e realizaram o isolamento da área para o trabalho da perícia. Durante os levantamentos iniciais, surgiu a informação de que uma terceira pessoa estaria dentro da residência no momento do crime.
No entanto, não foram divulgados detalhes sobre sua identidade ou eventual participação nos fatos.
O caso chama ainda mais atenção porque ocorreu poucas horas após outro homicídio registrado no mesmo bairro. Na noite da quarta-feira (3), um homem de 27 anos foi assassinado a cerca de 200 metros do local onde mãe e filho foram mortos.
Segundo relatos preliminares, a vítima estava saindo de uma residência em uma motocicleta quando foi surpreendida por criminosos armados. O homem foi atingido por disparos de arma de fogo e morreu no local.
Informações extraoficiais indicam que as três vítimas trabalhavam no ramo de distribuição e comercialização de botijões de água mineral na região. Apesar disso, as autoridades ainda não confirmaram qualquer relação entre os assassinatos.
Em nota, a Polícia Civil informou que os dois casos foram registrados e estão sendo investigados. As circunstâncias, motivações e possíveis conexões entre os crimes seguem sob apuração. Até o momento, ninguém foi preso.
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O MP diz que Amanda "teria utilizado uma narrativa de abusos e situações graves, como supostos maus-tratos por parte de familiares e exploração, para sensibilizar as vítimas".
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