Crianças são abandonadas em casa. Foto: Divulgação
Na manhã da quarta-feira, 1º de janeiro, duas crianças, de 2 e 4 anos, foram encontradas abandonadas em frente a uma casa no bairro Lagoa Azul, em Piúma, no Sul do Espírito Santo. A Polícia Militar foi acionada após uma denúncia anônima informar que o padrasto havia deixado os meninos sozinhos na residência na noite de ano novo.
As crianças foram levadas para uma casa de passagem do município, onde estão sendo acolhidas. O suspeito, até o momento, não foi localizado.
Segundo o major Cavatti, a mãe das crianças foi presa há cerca de um mês e o pai está detido por tráfico de drogas. Com isso, o cuidado dos meninos ficou sob a responsabilidade do padrasto.
“A informação que nós temos é que o padrasto tentou deixar as crianças com a avó materna, mas ela se recusou. Com isso, ele cometeu o crime de abandono de incapaz e largou as crianças em casa, sozinhas. Nós salvamos as crianças, dois bebês, de uma tragédia. Eles abandonados dentro de casa é algo impensável para nós”, destacou o major.
Os policiais chegaram ao local e encontraram as crianças na calçada, sujas e assustadas. O sargento Tiago Lara, que participou da ocorrência, explicou Tv Globo a situação em que as crianças estavam.
“Quando chegamos, vimos os dois sujos na frente da casa. Eles entraram em prantos ao ver a guarnição. Mas, de forma lúdica, fomos tentando nos aproximar deles, perguntamos se estavam com fome e eles disseram que sim. Conseguimos o apoio de uma técnica de enfermagem do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que estava passando pelo local para acalmar as crianças até a chegada do Conselho Tutelar”.
O caso segue sob investigação das autoridades locais.
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A Guarda Municipal, por meio da equipe da Guarda Ambiental, foi acionada para uma ocorrência de maus-tratos a animal, que não resistiu aos ferimentos e morreu.
A criança estava internada em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara desde a noite de quarta-feira (11), quando foi atingida pelos disparos.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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