Vitória Regina, de 17 anos e pai Carlos Alberto. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
A investigação sobre a morte de Vitória Regina de Sousa, de 17 anos, avançou na sexta-feira, 7 de março, com um novo desdobramento. A polícia agora considera o pai da jovem, Carlos Alberto Souza, como suspeito, após identificar contradições em seu depoimento e atitudes que levantaram suspeitas ao longo da apuração.
De acordo com informações divulgadas pela CNN, Carlos Alberto apresentou diferentes versões sobre o caso, o que gerou desconfiança entre os investigadores.
Além disso, um pedido feito por ele ao prefeito de Cajamar logo após a confirmação da morte da filha chamou atenção. Ele solicitou um terreno na cidade, o que aumentou as suspeitas sobre seu envolvimento no crime.
Com o avanço das investigações, a defesa de Carlos Alberto classificou a suspeita como absurda. Segundo seu advogado, a polícia nunca o ouviu formalmente no inquérito, e a linha de apuração estaria seguindo um caminho equivocado.
Nos últimos dias, as autoridades chegaram a pedir a prisão de Gustavo Vinícius Moraes, ex-namorado de Vitória. No entanto, agora a polícia concentra esforços para esclarecer a possível participação do pai da jovem no crime.
A Polícia encontrou em uma zona de mata, na quarta-feira, 5 de março, o corpo da adolescente Vitória Regina de Sousa, de 17 anos, moradora de Cajamar, na Grande São Paulo. Ela estava desaparecida há uma semana.
As buscas, inicialmente concentradas na região onde alguém viu a jovem pela última vez, se ampliaram e mobilizaram mais de 100 agentes.
Vitória desapareceu depois de deixar o trabalho, no restaurante de um shopping, em Cajamar, na noite do dia 26 de fevereiro. Imagens de câmeras mostram a adolescente caminhando pela rua até o ponto de ônibus.
Nesse local, ela conversa com uma amiga.Segundo testemunhas, um carro com quatro rapazes seguiu Vitória Regina de Sousa após ela descer do ônibus.
O prefeito de Cajamar, Kauãn Berto, decretou três dias de luto oficial em memória de Vitória.
"Esta é uma perda irreparável que causa imensa dor à sua família, amigos e a toda a comunidade cajamarense", diz, em nota.
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As vítimas foram identificadas como Maria Clair Luzini, de 46 anos, e Vilson Fernandes Cabral, de 50 anos. Os dois foram mortos dentro de casa.
Segundo a acusação, ele teria lucrado com a exploração sexual da vítima ao longo de três anos.
Jorge Guaranho, apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiu a festa de Marcelo Arruda e disparou contra ele.
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