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Acompanhante que disse ter dormido com Neymar, é presa por integrar esquema de R$ 1,2 milhão

Nayara Macedo ficou conhecida nacionalmente após uma polêmica com o jogador do Santos, em março deste ano, quando afirmou que estaria grávida do atleta.

Gabriel Alves

23 de maio de 2025 às 09:53   - Atualizado às 09:54

Acompanhante presa e Neymar, envolvido em polêmica.

Acompanhante presa e Neymar, envolvido em polêmica. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura

A modelo e acompanhante Nayara Macedo, mais conhecida como Any Awuada, foi presa temporariamente nesta quarta-feira, 21 de maio, na Grande São Paulo. Ela ficou conhecida nacionalmente após uma polêmica com o jogador Neymar Jr., em março deste ano, quando afirmou que teria dormido com o atleta e estaria grávida.

No entanto, desta vez, a prisão de Any Awuada se deu no contexto de uma investigação policial. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), ela e outras duas mulheres são suspeitas de integrar um esquema de falsificação e venda de cosméticos e perfumes adulterados. As vendas ocorriam por meio das redes sociais.

Segundo a SSP-SP, os mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos nas cidades de Mogi das Cruzes e Biritiba-Mirim, ambas localizadas na região metropolitana de São Paulo.

A investigação teve início após uma consumidora denunciar à polícia que havia comprado perfumes importados no valor de R$ 857,90. No entanto, ao receber os produtos, ela percebeu que se tratavam de itens falsificados.

A análise pericial confirmou a presença de substâncias como metanol e etanol em níveis acima dos padrões aceitos pela Anvisa. Além disso, os produtos não tinham registro junto ao órgão regulador, o que reforçou a suspeita de irregularidades.

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Movimentações financeiras suspeitas

Durante a apuração do caso, a polícia descobriu que uma das investigadas movimentou mais de R$ 1,2 milhão com as vendas. As outras duas suspeitas movimentaram valores de R$ 600 mil e R$ 300 mil, respectivamente.

Defesa

A defesa de Nayara Macedo se pronunciou por meio de nota. Segundo o texto, a prisão teve como objetivo “apenas a investigação policial do caso” e a equipe jurídica está analisando os autos para garantir os direitos da cliente.

Veja a nota na íntegra:

O escritório BLAUSTEIN MELLO & RAMALHO advocacia, por meio de suas sócias, Victoria Ramalho e Sabrina Blaustein, informam que passaram a representar a Sra. Nayara Macedo no processo criminal a partir do dia 21/05/2025, tendo tomado conhecimento, nesta mesma data, da existência do processo já em curso, desde 2023, no qual ela vinha sendo representada por outro escritório.

A prisão temporária de 30 dias da Sra. Nayara Macedo ocorreu ontem, apenas para investigação policial do caso e, neste momento, nossa equipe jurídica está tomando ciência integral dos autos do processo para, a partir disso, adotar todas as medidas cabíveis à sua defesa e garantir o pleno respeito aos seus direitos.

Reiteramos nosso compromisso com a legalidade, o devido processo legal e a ampla defesa.

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