Criança é atingida por linha com cerol no pescoço. (Foto: Reprodução/ TV Globo)
Um menino de 10 anos ficou ferido após ser atingido por uma linha com cerol enquanto andava de bicicleta no condomínio onde mora, em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife. O caso aconteceu no dia 17 de dezembro, no bairro de Aldeia, próximo a uma área de mata.
A criança, identificada como Theo Dantas, foi socorrida e encaminhada a um hospital particular no Centro do Recife. Segundo familiares, o garoto recebeu onze pontos no pescoço e permanece em estado de saúde estável.
Imagens de uma câmera de segurança registraram o momento do acidente. Nas gravações, o menino aparece pedalando acompanhado dos pais quando, repentinamente, é atingido pela linha de cerol, material feito com cola e vidro, comumente utilizado em pipas, e cai no chão.
Ainda de acordo com as imagens, o pai pega a criança no colo enquanto a mãe corre para buscar o carro. Theo foi levado para o Hospital Esperança, no bairro da Ilha do Leite, onde recebeu atendimento médico.
O uso de cerol e da chamada linha chilena, que contém quartzo ou alumínio, é proibido em Pernambuco por leis estaduais devido ao risco de acidentes graves.
Em nota, a Prefeitura de Camaragibe informou que realiza campanhas educativas, por meio da Guarda Municipal, para conscientizar a população sobre os perigos do uso desses materiais.
Em 2024, a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que proíbe a fabricação, comercialização e uso de linhas cortantes em pipas e brinquedos semelhantes, o cerol, estipulando pena de detenção e multas.
De autoria da ex-deputada Nilda Gondim, o Projeto de Lei 402/11 foi aprovado na forma de um substitutivo do relator, deputado Coronel Telhada (PP-SP), que incorporou regras para o uso de linha esportiva em competições das quais poderão participar somente adultos ou adolescentes com 16 anos ou mais.
1
3
4
01:42, 08 Abr
24
°c
Fonte: OpenWeather
Um desses eventos causou a explosão em uma rede de distribuição no Recife, deixando 51 mil imóveis sem energia na madrugada desta terça-feira (7).
O sindicato alega que a gestão municipal não tem condições de manter a segurança dos professores e alunos devido as fortes chuvas que atingem a cidade.
Com foco em acessibilidade e suporte a famílias atípicas, estádio virou modelo de impacto social e despertou interesse na maior entidade do futebol mundial.
mais notícias
+