Homem atendido por médico. (Foto: Reprodução/ Internet)
Uma pesquisa realizada pela Ipsos-Ipec a pedido da Pfizer revela que apenas 38% dos homens da Região Metropolitana do Recife realizam todos os exames solicitados pelos médicos, índice inferior ao das mulheres da região (67%) e de outras capitais, como Belém (43%) e São Paulo (61%).
Além disso, 20% dos entrevistados afirmam já ter feito exames, mas nunca levaram os resultados ao médico, o que dificulta a detecção precoce de doenças como o câncer de próstata.
O levantamento, divulgado pelo Diário de Pernambuco, ouviu 1.740 pessoas maiores de 18 anos em diferentes regiões metropolitanas do país.
Embora 54% dos homens apontem o câncer como a principal preocupação de saúde, o comportamento preventivo é pouco adotado.
A pesquisa mostra que 39% dos homens só procuram atendimento médico quando apresentam sintomas, enquanto 49% das mulheres fazem check-ups anuais, mesmo sem sinais de doença.
Segundo o presidente da Sociedade de Radiologia de Pernambuco, Fernando Gurgel, essa atitude é ainda mais comum no Nordeste:
“Existe uma cultura no Nordeste que está ainda mais presente na Região Metropolitana do Recife de que o homem só procura o médico quando tem sintomas ou quando alguém próximo a ele aparece doente. Se ele estiver totalmente assintomático e não tiver contato com ninguém que tenha doença, ele não vai ao médico”, afirmou ao Diário de Pernambuco.
A falta de informação também contribui para o cenário: apenas 40% dos homens sabem que a obesidade é fator de risco para o câncer de próstata e só 15% reconhecem que a doença afeta mais os homens negros.
Sobre o exame de toque retal, 70% desconhecem que ele é necessário mesmo com níveis normais de PSA.
Gurgel reforça que o câncer de próstata é silencioso e que o diagnóstico precoce pode garantir até 95% de chances de cura:
“O câncer de próstata diagnosticado precocemente tem chance de cura de mais de 90% apenas com a cirurgia. Na maioria das vezes nem precisa de quimio nem rádio”, complementou
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As sugestões para a concessão podem ser enviadas até 23 de março, encerrando a etapa de participação pública.
Contra o suspeito havia sete mandados de prisão por homicídio. A mulher tinha um mandado em aberto. Ambos também são investigados por tráfico de drogas e extorsão.
Entre os atendimentos disponibilizados estão fisioterapia, odontologia e psicoterapia, todos realizados na própria associação.
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