Ponte Giratória, no Bairro do Recife, sofre com atrasos e custos superiores ao previsto inicialmente. Foto: Reprodução/PCR
A recuperação da Ponte 12 de Setembro, conhecida como Ponte Giratória, no Bairro do Recife, sofre com atrasos e custos superiores ao previsto inicialmente. A estrutura, principal acesso para moradores e visitantes, foi interditada em outubro de 2023 para obras de manutenção e ajustes estruturais.
O investimento inicial anunciado pela Prefeitura era de R$ 9,4 milhões, com previsão de conclusão em quatro meses. No entanto, a necessidade de estudos adicionais e o surgimento de problemas estruturais não previstos elevaram o custo da obra para R$ 26 milhões, e o prazo de entrega foi estendido para dezembro de 2025, conforme anunciado pelo prefeito João Campos.
Durante o período de interdição, os motoristas precisaram utilizar rotas alternativas, como a Ponte Maurício de Nassau, o que aumentou o tempo de deslocamento e gerou reclamações da população. Além disso, a redução do fluxo na região tem causado preocupação com a segurança e impactos econômicos para comerciantes e estabelecimentos turísticos próximos.
Especialistas apontam que os atrasos estão relacionados a falhas no planejamento inicial e à ausência de diagnóstico estrutural completo antes do início das intervenções. O cronograma original se mostrou insuficiente diante da complexidade dos problemas encontrados, demandando novas análises técnicas e ajustes contratuais.
A Ponte Giratória integra o circuito histórico e turístico do Recife, oferecendo vista para o porto e para o casario antigo. O fechamento prolongado impactou o turismo local e o comércio, afetando diretamente a economia da região.
Segundo a Prefeitura, a obra deve ser entregue até o final de 2025. O Executivo destaca que os novos estudos e intervenções são essenciais para garantir segurança estrutural e durabilidade da ponte, apesar do impacto nos prazos e custos.
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A iniciativa surge em um momento em que os estoques de sangue costumam diminuir, enquanto a demanda hospitalar continua elevada.
O estudo busca medir a percepção da população sobre a atuação das administrações municipais, com base em critérios definidos pela própria instituição responsável pela pesquisa.
Os índices elevados podem provocar aumento no nível de rios e canais, além de alagamentos em áreas mais vulneráveis.
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