Coordenadora do Simpere, Jaqueline Dornelas, e o prefeito João Campos. Foto: Montagem Portal/Beto Dantas
Professores da rede municipal do Recife aprovaram, nesta quinta-feira (13), uma Nota de Repúdio contra o prefeito joão Campos após a Prefeitura realizar a cessão de parte dos precatórios do Fundef sem diálogo com a categoria. A decisão foi tomada em assembleia do Sindicato Municipal dos Profissionais da Educação do Recife (Simpere), que destacou o impacto da medida na educação da cidade.
Segundo o Simpere, o leilão dos precatórios constitui um ataque direto à educação e ocorreu sem consulta prévia aos professores. A categoria reforçou que os recursos são fruto de anos de mobilização e pressão jurídica, e que a conquista é resultado da luta coletiva da categoria.
Durante a reunião, foram aprovados os seguintes pontos:
O Simpere reafirmou que continuará acompanhando o processo, fiscalizando o uso dos recursos e defendendo os direitos dos profissionais da educação. A assembleia destacou que cada passo da luta é fundamental para valorizar a educação do Recife e garantir que os precatórios sejam destinados de forma justa e transparente.
A Prefeitura do Recife vendeu nesta quinta-feira (6) os precatórios do Fundef referentes aos professores da rede municipal por R$ 443,4 milhões. A operação foi vencida pelo Itaú Unibanco S.A., em um leilão público realizado para antecipar receitas que só seriam recebidas entre 2026 e 2028.
Na prática, a gestão do prefeito João Campos (PSB) abriu mão de R$ 124 milhões, já que o valor original dos créditos somava R$ 567,1 milhões. O desconto, conhecido como deságio, foi de 21,8%, um pouco abaixo do limite máximo de 23,2% previsto no edital. Além do Itaú, o BTG Pactual S.A. também participou, oferecendo R$ 438,4 milhões, mas ficou atrás na disputa.
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Ações de segurança viária serão intensificadas até o final da quarta-feira (18), para coibir comportamentos imprudentes e proporcionar mais segurança a quem vai viajar nessa época.
Quando o recurso do pagamento for próprio do município será até 30 dias úteis e quando da União ou Estado pode chegar até 60 dias úteis.
Os eventos acontecem desde o início da tarde e seguem até a madrugada, distribuídos por pontos estratégicos das duas cidades históricas de Pernambuco.
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