Itens apreendidos pela polícia na operação. Foto: PCPE/Divulgação
A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) deflagrou nesta quinta-feira, 19 de dezembro, a Operação Efectivo, com o objetivo de identificar e desmantelar uma organização criminosa suspeita de estelionato, prática de pirâmide financeira e lavagem de dinheiro.
As investigações, iniciadas em 2021, apontaram a existência de um esquema que movimentou milhões de reais. Como parte da ação, foi determinado o bloqueio judicial de R$ 5 milhões em ativos financeiros ligados ao grupo.
Armas, munições, um celular, um carregador e documentos, foram apreendidos pela corporação.
Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão domiciliar, além do bloqueio de recursos, nas cidades de Olinda, Recife, Paudalho e São Lourenço da Mata. As ordens judiciais foram emitidas pela Terceira Vara Criminal da Comarca de Olinda.
A operação contou com a participação de 65 policiais civis, incluindo delegados, agentes e escrivães, que atuaram para executar as medidas e coletar provas relacionadas ao caso.
A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE), em parceria com a Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), deflagrou no mês de outubro, a 52ª Operação de Repressão Qualificada do ano, denominada "Expugna".
A ação é parte do Projeto Impulse, que integra o Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas (ENFOC/MJSP), com o objetivo de fortalecer o combate às organizações criminosas por meio da cooperação entre as polícias civis.
A investigação, que teve início em setembro de 2020, busca desarticular uma organização criminosa envolvida em tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro. Nesta fase da operação, estão sendo cumpridos 20 mandados de prisão e 23 mandados de busca e apreensão domiciliar, além do sequestro de bens, bloqueio judicial de ativos financeiros, todos expedidos pela Vara Criminal de Surubim.
A operação mobilizou um total de 160 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães, e contou com o apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco (DINTEL), do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB/LD), do Comando de Operações e Recursos Especiais (CORE/PCPE), da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Grupamento Tático Aéreo (GTA/SDS-PE), além das Polícias Civis dos estados de São Paulo e Paraíba.
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A discrepância chama atenção e tem gerado comentários frequentes nas redes sociais, sobretudo entre condutores que cruzam as divisas estaduais com frequência.
Além de representar um reconhecimento histórico, a medida abre oportunidades para captar recursos públicos e privados, fortalecendo ainda mais o Carnaval do estado
Enquanto Olinda e Recife entram em clima de festa com blocos, maracatus e multidões, nem todos querem se misturar à folia.
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