A ação visa desmantelar uma associação criminosa envolvida que também está envolvida em crimes como peculato, crime de responsabilidade e lavagem de dinheiro.
Polícia Civil em operação. Foto: Divulgação
A Polícia Civil de Pernambuco realizou, na manhã desta quarta-feira, 27 de novembro, a 63ª Operação de Repressão Qualificada de 2024, denominada "Metro Quadrado" nas cidades de Itamaracá e Igarassu.
Coordenada pela Diretoria Integrada Especializada (DIRESP) e presidida pelo delegado Rodolfo Bacelar, a ação visa desmantelar uma associação criminosa envolvida em crimes como peculato, fraude em licitações, crime de responsabilidade e lavagem de dinheiro. De acordo com a PCPE, os agente apreenderam R$ 500 mil.
As investigações começaram em janeiro de 2023 e apontam para um esquema que teria desviado recursos públicos através de práticas ilícitas em contratos e processos licitatórios. Para avançar na apuração, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão domiciliar, além do bloqueio judicial de ativos financeiros. Os mandados foram expedidos pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).
A operação contou com a participação de 50 policiais civis, incluindo delegados, agentes e escrivães. Além disso, recebeu o suporte estratégico da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil (DINTEL) e do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB/LD), que utilizaram recursos tecnológicos avançados para rastrear movimentações financeiras suspeitas. O Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco também prestou apoio operacional à ação.
Embora os detalhes completos da operação ainda não tenham sido divulgados, as autoridades confirmaram que os suspeitos são investigados por crimes que configuram graves prejuízos ao erário e comprometem a gestão pública.
Segundo fontes ligadas ao Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO), os próximos passos envolvem a análise do material apreendido e a ampliação do mapeamento das atividades do grupo.
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Os ingressos começam a ser vendidos neste mês. A nova fase do espetáculo reúne diferentes momentos da trajetória do grupo.
De acordo com o MPPE, um terreno público teria sido concedido de forma irregular a uma empresa ligada a empresário aliado do ex-gestor municipal, que nega irregularidades.
O instituto ouviu 1.022 eleitores de 13 a 15 de abril. O estudo foi registrado no TSE com o número PE-04713/2026.
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