Casos de dengue em Pernambuco. Foto: AP Photo/Felipe Dana
A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) divulgou, nesta quarta-feira, 17 de dezembro, o Boletim Epidemiológico de Arboviroses Nº 50, com dados referentes às semanas epidemiológicas de 29/12/2024 a 13/12/2025.
O levantamento aponta 44.048 casos notificados de dengue, representando uma diminuição de 45,5% em comparação ao mesmo período do ano anterior no estado.
Até o momento, foram confirmados 12.119 casos de dengue em Pernambuco, incluindo 277 casos graves e 9 óbitos confirmados.
Os dois novos óbitos confirmados em Pernambuco tem o seguinte perfil:
O primeiro, que teve o óbito confirmado em 11/06, é um paciente, do sexo masculino, de 57 anos, residente do município de Recife. O homem apresentava comorbidades como etilismo, diabetes e hipertensão.
O outro caso é de uma paciente do sexo feminino, de 49 anos, também residente do município de Recife. O óbito foi confirmado em 02/10. A paciente apresentava comorbidades como elitismo, diabetes e neoplasia na mama.
O Boletim 50 revela que 101 municípios pernambucanos têm baixa incidência de casos de dengue, 52 localidades apresentam incidência média e 27 apresentam alta incidência.
No Boletim 50, foram notificados 7.022 casos de Chikungunya, com 1.092 confirmações. Para o Zika, houve 1.738 casos notificados, porém, sem confirmações.
Pernambuco registra 183 casos de febre de Febre do Oropouche desde maio de 2024, com 7 casos confirmados em 2025.
O vírus já foi identificado em pacientes dos municípios de: Água Preta, Aliança, Barra de Guabiraba, Bonito, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Catende, Gameleira, Garanhuns, Goiana, Ilha de Itamaracá, Ipojuca, Itaquitinga, Jaboatão dos Guararapes, Jaqueira, Lagoa dos Gatos, Limoeiro, Macaparana, Machados, Maraial, Moreno, Paudalho, Paulista, Pombos, Recife, Rio Formoso, Santa Cruz do Capibaribe, São Benedito do Sul, São Vicente Ferrer, Sirinhaém e Timbaúba.
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O estudo busca medir a percepção da população sobre a atuação das administrações municipais, com base em critérios definidos pela própria instituição responsável pela pesquisa.
Os índices elevados podem provocar aumento no nível de rios e canais, além de alagamentos em áreas mais vulneráveis.
De acordo com o comunicado, a atuação do Vórtice Ciclônico em Altos Níveis, em associação com a confluência dos ventos em baixos níveis é o responsável pela condição climática.
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