Ex-presidente Jair Bolsonaro e Dani Portela. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
A Câmara Municipal de Camaragibe rejeitou, nesta terça-feira, 22 de abril, a concessão do Título de Cidadão Camaragibense ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A proposta, apresentada pelo vereador Ricardo Pedrosa, recebeu apenas seis votos favoráveis, dois contrários e quatro abstenções, número insuficiente para a aprovação da honraria, que exige o mínimo de nove votos a favor.
A proposta foi alvo de críticas e mobilizou militantes de diferentes lados.
Entre os que comemoraram o resultado da votação, está a deputada estadual Dani Portela (PSOL), que usou as redes sociais para celebrar o que chamou de uma “vitória contra o bolsonarismo”.
“Vitória! O lugar de Bolsonaro é na lata de lixo da história! Graças à nossa mobilização, juntamente com a Frente Democrática Camaragibense e vários movimentos sociais, derrotamos o bolsonarismo! Bolsonaro segue réu, inelegível e sem título de cidadão de Camaragibe! Aqui, Bolsonaro não se cria!”, declarou a parlamentar.
O Título de Cidadão Camaragibense é tradicionalmente concedido a personalidades que tenham contribuído de forma relevante para o desenvolvimento do município. A tentativa de homenagear Bolsonaro gerou reações tanto de apoiadores quanto de opositores do ex-presidente.
“O regimento da Casa é muito claro: toda votação tem que ter 2/3 [dos votos], e 2/3 de 13 [vereadores] teria que ter 9 votos. Se fosse matéria simples, uns sete votos passaria. A gente respeita, eu tentei manter a imparcialidade, respeitando a esquerda e a direita. Meu papel aqui é conduzir os trabalhos da melhor forma possível”, explica o presidente da Câmara, Paulo André (PSB).
Veja vídeo:
A Câmara Municipal de Camaragibe não aprovou o Título de Cidadão Camaragibense para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A proposta, de autoria do vereador Ricardo Pedrosa, recebeu 6 votos favoráveis, 2 votos contrários e 4 abstenções.
Para que o Título fosse concedido, seria necessário que 9 vereadores fossem favoráveis, o que não aconteceu. A votação foi realizada nesta terça-feira, 22 de abril.
A honraria, que é concedida a personalidades que contribuíram de forma significativa para o município, acabou sendo alvo de divergências entre os parlamentares. Além disso, a sessão teve a presença de manifestantes da esquerda - que pressionaram os parlamentares contra a homenagem -, e da direita, que eram favoráveis.
"O regimento da Casa é muito claro: toda votação tem que ter 2/3 [dos votos], e 2/3 de 13 [vereadores] teria que ter 9 votos. Se fosse matéria simples, uns sete votos passaria. A gente respeita, eu tentei manter a imparcialidade, respeitando a esquerda e a direita. Meu papel aqui é conduzir os trabalhos da melhor forma possível", explica o presidente da Câmara, Paulo André (PSB).
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