Deputado João Paulo e a Governadora Raquel Lyra. Deputado João Paulo e a Governadora Raquel Lyra.
Em uma entrevista concedida à Rádio Jornal, o deputado petista João Paulo afirmou que a bancada votou de forma consciente em relação ao projeto do Governo Raquel Lyra que diz respeito ao fim das faixas salariais dos policiais e bombeiros militares. O deputado também criticou o PSB por ter se posicionado contra a proposta.
“Há uma ânsia do PSB de voltar ao Governo e não podemos antecipar esse processo”, declarou.
Além de João Paulo, os também petistas Doriel Barros e Rosa Amorim foram favoráveis ao projeto.
O deputado reiterou que a governadora Raquel Lyra (PSDB) enfrenta desafios políticos, enquanto o prefeito do Recife, João Campos (PSB), está crescendo em popularidade.
“Não apoiei Raquel, estive com Marília Arraes no segundo turno, mas temos que garantir a governabilidade. João Campos está em ascensão e querem antecipar. Essa antecipação é prejudicial”, afirmou o deputado.
“Querem insinuar que o voto do PT foi por uma aliança com a governadora. Isso é até um ato criminoso”, continuou.
O parlamentar enfatizou que foi vendida uma ilusão às duas categorias e que, caso essa proposta fosse aprovada, o Governo iria recorrer à judicialização.
Dessa forma, os policiais e bombeiros ficariam sem reajustes salariais neste ano. Ele destacou que não se deveria prejudicar os trabalhadores devido a uma eleição que só ocorrerá daqui a dois anos.
Sobre a possibilidade de se candidatar à prefeitura do Recife, João Paulo afirmou que o PT não terá candidato próprio e que o objetivo é ocupar a vice de João Campos.
“O PT continua conversando com o PSB para compor a chapa majoritária, apesar de se falar que eles não querem o PT na vice”, provocou.
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De imediato, foi acionado o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que compareceu ao local e realizou os procedimentos médicos necessários.
O caso será encaminhado à Polícia Civil, para identificação do proprietário do veículo e adoção das medidas legais cabíveis.
Proposta tramita na Alepe e estabelece que, das 6h às 9h e das 17h às 20h, empresas responsáveis pelo transporte público deverão destinar espaços exclusivos para passageiras.
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