Maria Rosália sofreu uma infecção generalizada, consequência de 14 tiros que a atingiram durante sua prisão.
17 de outubro de 2024 às 08:17 - Atualizado às 08:57
Maria Rosália e filho. Arte montagem: Portal de Prefeitura.
Na madrugada desta quinta-feira, 17 de outubro, em João Pessoa, faleceu Maria Rosália Gonçalves Mendes, de 26 anos, suspeita de matar e degolar o próprio filho de seis anos. O crime ocorreu em 20 de setembro, e desde então, ela estava internada no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Seu quadro clínico se agravou, levando ao falecimento.
Rosália sofreu uma infecção generalizada, consequência de 14 tiros que a atingiram durante sua prisão. O caso foi registrado pela Polícia Civil da Paraíba como homicídio com sinais de extrema crueldade.
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O crime aconteceu no bairro de Mangabeira IV, dentro do apartamento da suspeita. Na madrugada do ocorrido, vizinhos acionaram a polícia ao ouvirem gritos e sons perturbadores vindos do imóvel.
Quando os policiais militares chegaram ao local, esperavam encontrar um caso de agressão, mas se depararam com uma cena ainda mais chocante. Segundo o tenente-coronel Ferreira, comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, Rosália estava sentada em uma cadeira, segurando a cabeça de seu filho no colo. Ao ser abordada, ela teria tentado atacar os policiais com uma faca.
Em resposta à tentativa de agressão, os policiais dispararam contra a mulher. Desde então, ela estava internada sob custódia no hospital e não recebeu visitas durante esse período.
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