Jones Manoel: Foto: Reprodução
O pré-candidato a deputado federal Jones Manoel voltou a criticar o abandono da Prefeitura do Recife em relação ao Programa Academia da Cidade. Segundo ele, o projeto enfrenta um cenário de deterioração estrutural e precarização das condições de trabalho dos profissionais que atuam nas unidades.
As críticas ocorreram durante sua participação no podcast Bregoso Cast, quando o militante comunista discutia a proposta de reajuste salarial apresentada pela Prefeitura do Recife aos servidores municipais. Os servidores estão em estado de greve e contestam o índice de 3,25%, considerado insuficiente para repor as perdas inflacionárias.
De acordo com Jones Manoel, além da pauta salarial, a situação da Academia da Cidade exemplifica problemas mais amplos enfrentados pelo funcionalismo municipal.
O programa, criado na gestão do ex-prefeito João Paulo (PT), é reconhecido por oferecer atividades físicas gratuitas à população em diferentes bairros, sendo referência em políticas públicas de promoção à saúde.
Apesar disso, Jones afirma que há falta de investimento e de estrutura para garantir o funcionamento adequado dos polos. Entre os principais problemas apontados estão o número reduzido de profissionais, a ausência de pagamento de adicional de insalubridade e a falta de segurança em diversos horários de funcionamento.
“Você abre o polo às cinco da manhã e não tem segurança. Fecha à noite e também não tem. Em muitos casos, são mulheres trabalhando sozinhas, com medo de assaltos ou coisas piores”, relatou, mencionando conversas com profissionais de educação física que atuam no programa.
Ainda segundo ele, a precariedade impacta não apenas os trabalhadores, mas também a população atendida. A falta de estrutura e de pessoal compromete a qualidade do serviço oferecido e pode limitar o acesso da comunidade às atividades.
Em publicação nas redes sociais, ele afirmou que João Campos “vive de gastar com propagandas e massacrar os funcionários públicos”.
Segundo Jones Manoel, o programa Academia da Cidade é uma iniciativa histórica da capital pernambucana e referência nacional na promoção de atividades físicas e saúde preventiva.
Apesar disso, ele afirma que os profissionais que atuam nas unidades enfrentam condições de trabalho precárias e falta de valorização por parte da administração municipal.
Na publicação, o militante apontou que professores e professoras trabalham sob salários baixos, além de enfrentarem insegurança e problemas de infraestrutura nas unidades.
Jones também criticou a ausência de pagamento de adicional de insalubridade, a necessidade de realização de novos concursos públicos e a demanda por um terceiro profissional em cada unidade do programa.
Ainda segundo Jones Manoel, enquanto o programa é frequentemente utilizado em peças de divulgação institucional da prefeitura, os trabalhadores não recebem o reconhecimento necessário.
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