Joel da Harpa defende policiais em operação no Rio de Janeiro. Fotos: Fernando Frazão/Agência Brasil e Jarbas Araújo/ Alepe
A operação policial no Rio de Janeiro repercutiu na reunião plenária desta quarta-feira, 29 de outubro, na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) (assista o vídeo abaixo).
O deputado Joel da Harpa (PL) defendeu a ação das forças de segurança e afirmou que o discurso da esquerda fortalece o crime organizado e o tráfico de drogas no País. Ele também avaliou negativamente a declaração do presidente Lula, que disse na semana passada, em Jacarta, na Indonésia, que “traficantes de drogas são vítimas dos usuários”.
Para o parlamentar, tratar criminosos como vítimas é um erro, e as imagens vistas no Rio foram descritas por ele como “verdadeiras cenas de guerra”.
“Ao enfrentar a polícia com fuzil, drone, pistola, os bandidos vão esperar o quê, flores? É bala na cara”, afirmou.
Joel da Harpa também lembrou dos policiais que perderam a vida durante o confronto e alertou que o caso do Rio deve servir de exemplo para o restante do Brasil, inclusive para Pernambuco, onde as facções criminosas também têm se expandido.
A megaoperação nos complexos da Penha e Alemão, no Rio de Janeiro, contra o Comando Vermelho na terça-feira, 28 de outubro, resultou na morte de mais de 100 pessoas, sendo 4 policiais: dois civis e dois militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE).
Segundo a Polícia Civil carioca (PCRJ), Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho e Rodrigo Velloso Cabral foram as vítimas fatais do confronto. A corporação afirmou que os ataques aos agentes não ficaram impunes.
Conhecido como "Máskara", Marcus tinha 51 anos e era chefe do 53º DP de Mesquita. Ele tinha sido promovido poucos dias aqui. O velório ocorre na manhã desta quarta (29) e o sepultamento às 13h30.
Rodrigo Cabral, de 34 anos, havia acabado de se formar e atuava na entidade há dois meses. Trabalhava como inspetor e atuava na 39ª DP de Campo Grande. Casado há 17 anos, deixa uma filha.
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De imediato, foi acionado o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que compareceu ao local e realizou os procedimentos médicos necessários.
O caso será encaminhado à Polícia Civil, para identificação do proprietário do veículo e adoção das medidas legais cabíveis.
Proposta tramita na Alepe e estabelece que, das 6h às 9h e das 17h às 20h, empresas responsáveis pelo transporte público deverão destinar espaços exclusivos para passageiras.
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