Eduardo da Fonte e Humberto Costa Foto Montagem/Portal de Prefeitura
A corrida eleitoral para o Senado em Pernambuco começa a ganhar formato, segundo novos dados do Instituto Paraná Pesquisas, divulgados nesta terça-feira (12). O levantamento, realizado entre 1º e 5 de agosto com 1.510 entrevistados em 62 municípios do estado, aponta que Humberto Costa (PT) e Eduardo da Fonte (PP) despontam como os principais nomes na disputa pelas duas cadeiras em jogo nas eleições de 2026, sendo referendados como os principais preferidos entre os eleitorados.
Na pesquisa, os eleitores puderam indicar até dois nomes, e Humberto Costa lidera com 43,2% das intenções de voto, seguido por Eduardo da Fonte, com 32%. Essas posições consolidadas indicam uma corrida com liderança clara e possíveis riscos para outros concorrentes.
Outros nomes testados na pesquisa também surgem com indicadores relevantes. Gilson Machado (PL) obteve 28,6%, enquanto Silvio Costa Filho (Republicanos) aparece com 20,3%. Há ainda uma parcela significativa de pessoas que optou por nenhum/branco/nulo (18,1%) ou que não soube ou não opinou (6,5%), o que destaca a existência de eleitores em aberto e a possibilidade de alterações no cenário até 2026.
O resultado sinaliza que, por enquanto, o jogo político local se estabeleceu em torno de dois líderes bem posicionados — Humberto Costa e Eduardo da Fonte — cujas trajetórias e capital político garantem vantagem inicial. Com sensibilidade e ações estratégicas, alianças e movimentações dos demais candidatos e partidos poderão influenciar o resultado final.
O ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, enfrenta dificuldades crescentes para viabilizar seu projeto político rumo ao Senado Federal nas eleições de 2026. Após a fusão entre o União Brasil e o Progressistas, que originou o novo partido União pelo Brasil, o comando da sigla em Pernambuco ficará com o deputado federal Eduardo da Fonte, reduzindo significativamente o espaço de Miguel dentro da legenda.
Essa perda de influência ocorre em um momento em que o cenário político local passa por fortes articulações e consolidação de nomes com maior capital político.
Um dos principais entraves é o atual embate político entre Humberto e Miguel — o petista chegou a classificá-lo como "bolsonarista", deixando evidente que os dois não estarão no mesmo palanque. Além disso, uma possível aliança entre o PSB de João Campos e o PT reforça a tendência de que Humberto seja mantido como candidato único da federação, o que dificultaria o avanço da candidatura do ex-prefeito de Petrolina.
Além disso, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, também surge como forte postulante ao Senado em 2026, contando com apoio direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Silvio tem se movimentado estrategicamente, articulando apoio partidário e fortalecendo sua imagem como nome competitivo, o que agrava ainda mais a disputa para Miguel Coelho.
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