Governadora Raquel Lyra em entrevista ao Portal de Prefeitura. (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)
Em 2026, o Governo de Pernambuco vai promover a progressão salarial dos servidores da Educação do estado nas faixas A, B, C e D, após 27 anos de congelamento. Esse mecanismo já estava previsto na legislação de 1998, mas nunca havia sido regulamentado.
Além das progressões existentes por titulação e tempo de serviço, serão implementadas avaliações de desempenho para progressão nas faixas salariais.
A avaliação terá duas dimensões: individual (autoavaliação e avaliação da chefia, ambas com peso de 50%, média 7 para aprovação) e institucional/formação (IDEPE 2025 com peso de 40% e carga horária de formação com peso de 60%, média 7 para aprovação).
A formação exigirá 60 horas anuais para professores, analistas e assistentes administrativos, e 30 horas para administrativos. A expectativa é que, em 4 anos, a categoria possa mudar de classe salarial, além dos reajustes salariais.
Em 2026, a pontuação do IDEPE já garantirá os 40% iniciais, restando ao servidor completar a pontuação necessária por meio da formação, que tem maior peso.
Além dos reajustes conquistados nas campanhas salariais, os servidores passarão a ter aumento salarial automático todo mês de dezembro, decorrente das progressões.
O secretário de Educação, Gilson Monteiro, afirma que a iniciativa cumpre uma obrigação antiga do poder público. Segundo ele, a medida reconhece o papel central dos servidores no funcionamento da rede estadual.
Para a gestão, a avaliação representa um avanço na organização da carreira e no reconhecimento do trabalho diário desenvolvido nas escolas e nos setores administrativos.
Um dos pontos centrais do novo modelo é o foco no desenvolvimento profissional. Até o fim de outubro de 2026, cada servidor avaliado deverá cumprir uma meta individual.
Essa meta envolve a participação em ações de formação ligadas às competências analisadas e à área de atuação do profissional dentro da rede estadual.
Essas atividades incluem cursos, formações, congressos, seminários e palestras. A carga exigida varia entre 30 e 60 horas ao longo do ciclo avaliativo.
A proposta estimula a formação continuada e conecta o desempenho individual às necessidades reais da educação pública em Pernambuco, sem se limitar apenas a critérios burocráticos.
Ao atrelar a progressão na carreira à participação em ações formativas, o Estado reforça a ideia de aprendizado permanente. A Secretaria de Educação defende que esse modelo dialoga melhor com os desafios atuais da educação e com a busca por melhoria dos indicadores de ensino em todo o território pernambucano.
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A iniciativa surge em um momento em que os estoques de sangue costumam diminuir, enquanto a demanda hospitalar continua elevada.
O estudo busca medir a percepção da população sobre a atuação das administrações municipais, com base em critérios definidos pela própria instituição responsável pela pesquisa.
Os índices elevados podem provocar aumento no nível de rios e canais, além de alagamentos em áreas mais vulneráveis.
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