O Simpere destacou a importância de defender a antecipação da parcela dos precatórios, considerando que a Prefeitura adiantou parte do crédito em 6 de novembro de 2025.
Assembleia do Simpere nesta terça (13) Reprodução/Instagram SIMPERE
Professores da rede municipal do Recife, reunidos em assembleia nesta quinta-feira (13), aprovaram uma Nota de Repúdio contra a Prefeitura do Recife após a cessão de parte dos precatórios do Fundef sem consulta à categoria. O Sindicato Municipal dos Profissionais da Educação do Recife (Simpere) destacou a importância de defender a antecipação da parcela dos precatórios, considerando que a Prefeitura adiantou parte do crédito em 6 de novembro de 2025.
O Simpere classificou a cessão dos precatórios como um ataque direto à educação municipal, lembrando que os recursos são resultado de anos de mobilização e pressão jurídica da categoria. A medida, realizada sem diálogo prévio, gerou forte repúdio entre os professores do Recife, que reforçaram a importância de acompanhar de perto a destinação desses valores.
Um dos pontos centrais da assembleia foi a defesa da antecipação da parcela dos precatórios. O Simpere reforçou que seguirá negociando com a Prefeitura do Recife o pagamento dos juros para o rateio, destacando que a gestão municipal antecipou parte do crédito em 6 de novembro de 2025. Para os professores, garantir que a próxima parcela também seja antecipada é essencial para que os recursos cheguem de forma rápida e transparente, valorizando a educação municipal e respeitando o esforço histórico da categoria na conquista desses valores.
O Simpere reafirmou que continuará acompanhando de perto o processo, fiscalizando o uso dos recursos e garantindo que os precatórios sejam aplicados de forma transparente e justa. A assembleia reforçou que cada passo é fundamental para valorizar a educação do Recife e assegurar os direitos dos professores da rede municipal.
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De imediato, foi acionado o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que compareceu ao local e realizou os procedimentos médicos necessários.
O caso será encaminhado à Polícia Civil, para identificação do proprietário do veículo e adoção das medidas legais cabíveis.
Proposta tramita na Alepe e estabelece que, das 6h às 9h e das 17h às 20h, empresas responsáveis pelo transporte público deverão destinar espaços exclusivos para passageiras.
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