19 de fevereiro de 2024 às 15:44
A Polícia Federal, em cooperação Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Pernambuco (FICCO/PE), deflagrou a Operação Manguezais, destinada a reprimir a atuação de uma Organização Criminosa que atuava no tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e crimes conexos.
Durante os levantamentos foi descoberto um plano arquitetado no interior de um presídio de Pernambuco para promover distúrbios no Estado, principalmente na região metropolitana do Recife, visando derrubar a cúpula da Segurança Pública de Pernambuco em meados do ano passado, como represália às ações que a SDS/PE vinha efetuando e que contrariavam os interesses de parte da Organização Criminosa. Na época, a SDS era comandada pela delegada da Polícia Federal de Pernambuco, Carla Patrícia.
Segundo nota da Polícia Federal, um dos líderes dessas facções, preso em Pernambuco, articulava a eleição do próprio pai como prefeito de uma cidade pernambucana. As identidades dos alvos e a cidade onde a organicação manteria influência política não foram reveladas.
Coincidentemente, o Estadão inicia hoje uma série de reportagens onde revela a inserção de facções em contratos milionários com prefeituras de vários Estados brasileiros. Segundo o Estadão, as principais facções do país criaram núcleos para eleição de vereadores e prefeitos nas próximas eleições. A conferir.
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Pernambuco - FICCO - é composta pela Polícia Federal (PF), a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco, através das polícias Civil e Militar, a Secretaria de Ressocialização de Pernambuco, através da Polícia Penal, e a Polícia Rodoviária Federal. A FICCO/PE foi criada através de Acordo de Cooperação Técnica, firmado em 2022, para atuar de forma conjunta na repressão à criminalidade violenta, conjugando esforços e a expertise de cada órgão, trabalhando em ambiente comum com compartilhamento de informações e recursos materiais e humanos.
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Segundo a produtora Taciana Enes, a valorização do euro aumentou os custos previstos para a viagem e tornou necessária uma estratégia complementar de arrecadação.
Na prática, o benefício representa renda para ajudar a colocar comida na mesa, cuidar dos filhos e garantir mais segurança a mulheres.
O certame terá validade de dois anos, contados a partir da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado uma vez pelo mesmo período, a critério da Universidade.
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