Metrô do Recife Foto: Divulgação/CBTU
As estações da Linha Centro do Metrô do Recife terão o horário de funcionamento reduzido a partir da próxima segunda-feira, 28 de setembro.
A medida, anunciada pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), ocorre em razão das obras de substituição dos telhados das estações Afogados, na Zona Oeste do Recife, e Joana Bezerra, localizada na região central da cidade.
Com a alteração, as 19 estações que integram a Linha Centro, incluindo os ramais Camaragibe e Jaboatão, passarão a encerrar as atividades às 22h. Atualmente, o serviço funciona das 5h às 23h. A mudança representa uma redução de uma hora no período diário de operação.
A CBTU informou que o novo horário permanecerá em vigor durante todo o período de execução das intervenções. A previsão é de que os trabalhos na Estação Afogados sejam concluídos em dezembro de 2026. Já a obra na Estação Joana Bezerra tem término estimado para janeiro de 2027.
A alteração não afeta a Linha Sul nem o sistema de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que continuarão funcionando normalmente.
O sistema metroviário do Recife vem enfrentando uma série de intervenções e alterações na operação nos últimos anos.
Desde dezembro de 2024, o funcionamento do metrô aos domingos está suspenso em razão da retomada de serviços de manutenção nas linhas Centro e Sul.
Além das obras, o futuro da administração do sistema também está em discussão.
Em dezembro de 2025, Pernambuco e o governo federal firmaram um acordo para a chamada estadualização do Metrô do Recife. Após a transferência da gestão, está prevista a realização de estudos para uma possível concessão do sistema à iniciativa privada.
Segundo o Ministério das Cidades, a concessão deverá contar com investimentos de R$ 4 bilhões nos primeiros cinco anos e terá duração prevista de 30 anos. O governo federal também informou que não haverá reajuste da tarifa do metrô em 2026 e que os empregos dos servidores da CBTU serão preservados.
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Os investimentos destinados às duas grandes áreas de contenção localizadas em Águas Compridas e Aguazinha ultrapassam R$ 25 milhões.
Antes da publicação do edital, será necessário formalizar o processo, estabelecer as regras da seleção e contratar a instituição responsável pela organização e aplicação das provas.
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