Jetski e estudante de nutrição, Larissa Gallindo. Fotos: CBMSC/Reprodução. Edição: Portal de Prefeitura
A estudante de nutrição Larissa Belchior Gallindo, de 27 anos, que morreu em um acidente com jet ski na praia de Gaibu, não possuía habilitação para pilotar a moto aquática, segundo a Marinha do Brasil.
De acordo com a Polícia Civil, Larissa perdeu o controle da direção do veículo e entrou em uma região de mangue nas proximidades da praia que fica localizada no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife.
Larissa era filha de um servidor do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). Em suas redes sociais, o Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal de Pernambuco (Sintrajuf-PE) expressou seu pesar.
"Prestamos nossa solidariedade nesse momento de dor e rogamos pelo conforto espiritual de familiares e amigos de Larissa", relata o comunicado.
Estudante de nutrição, Larissa estava pilotando o veículo aquático na tarde do último domingo, 13 de outubro, quando, por razões ainda não esclarecidas, perdeu o controle e acabou invadindo uma área de mangue. A Polícia Civil está tratando o caso como “morte a esclarecer”, e as investigações continuam em curso.
Após o acidente, a jovem foi prontamente socorrida e levada para o Hospital da Restauração, situado perto da Praça do Derby, no Recife. Mesmo recebendo atendimento médico, Larissa não resistiu aos graves ferimentos. O caso foi registrado pela Central de Plantões da Polícia Civil no dia seguinte, segunda-feira (14), que, em nota, garantiu que a apuração dos fatos seguirá até que todos os detalhes sejam esclarecidos.
O velório e sepultamento da jovem ocorreram também na segunda-feira (14), no Cemitério Memorial, em Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife.
Um turista de 43 anos morreu na terça-feira, 15 de outubro, após realizar um mergulho a uma profundidade de 60 metros, no arquipélago de Fernando de Noronha, na costa de Pernambuco. O mergulhador, identificado como Bruno Jardim de Miranda Zoffoli, fazia uso de um cilindro de oxigênio para tentar chegar aos destroços da Corveta Ipiranga, que naufragou no local em 1983.
Os médicos apontaram como causa da morte doença descompressiva, decorrente do processo de respiração embaixo d’água.
De acordo com informações da administração de Fernando de Noronha, o turista fez um mergulho autônomo, ou seja, com o uso de equipamento de respiração, no local do naufrágio, que está a 62 metros de profundidade.
Durante a atividade, ele passou mal e foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O paciente foi levado ao Hospital São Lucas, no centro da ilha, com sintomas respiratórios e rebaixamento no nível de consciência.
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