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Enamed: veja quais foram as notas dos cursos de medicina das faculdades em Pernambuco

Com notas que variam de 1 a 5, o exame é utilizado para avaliar a qualidade do ensino ofertado pelas instituições de ensino superior.

Cami Cardoso

19 de janeiro de 2026 às 17:17   - Atualizado às 17:56

Fachada da UPE.

Fachada da UPE. Foto: Divulgação

O Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) foi divulgado nesta segunda-feira, 19 de janeiro, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Com notas que variam de 1 a 5, o exame é utilizado para avaliar a qualidade do ensino ofertado pelas instituições de ensino superior.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), as notas 1 e 2 são consideradas baixas e indicam desempenho não proficiente. Já as notas 4 e 5 são classificadas como desejáveis, enquanto os cursos que receberam nota 3 são considerados dentro da média.

Em Pernambuco, 12 instituições oferecem o curso de Medicina. Destas, sete são públicas e obtiveram notas acima da média. As instituições privadas, por sua vez, não apresentaram o desempenho esperado, e apenas duas alcançaram a média.

Confira as notas dos cursos de Medicina em Pernambuco:

  • Unicap – Privada – Recife – 3
  • UPE – Serra Talhada – 5
  • UPE – Recife – 4
  • UPE – Garanhuns – 5
  • UFPE – Recife – 4
  • UFPE – Caruaru – 4
  • Univasf – Petrolina – 5
  • Uninassau – Privada – Recife – 2
  • Faculdade Pernambucana de Medicina – Recife – 4
  • FMO – Olinda – 2
  • Afyas – Jaboatão dos Guararapes – 2
  • FMS – Arcoverde – 3

Cursos mal avaliados

Cerca de um terço dos cursos de Medicina do País não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). O número foi divulgado no balanço de resultados do exame, em Brasília, divulgado nesta segunda-feira, 19 de janeiro, pelo Ministério da Educação (MEC).

A nota do Enamed varia de 1 a 5, e as notas 1 e 2 são consideradas não proficientes pelo MEC. A nota é utilizada para compor o conceito Enade.

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Segundo o MEC, 351 cursos de todo País participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais. De acordo com o ministério, os cursos foram distribuídos da seguinte forma:

  • Conceito 1: 7,1% dos cursos;
  • Conceito 2: 23,6% dos cursos;
  • Conceito 3: 22,7% dos cursos;
  • Conceito 4: 33% dos cursos;
  • Conceito 5: 13,6% dos cursos.

Das 351 instituições avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC - são as universidades federais e as privadas com e sem fins lucrativos. Estaduais e Municipais não podem ser supervisionadas pela pasta. Entre elas, 99 cursos sofrerão sanções do Ministério da Educação.

Entre os 99 cursos que poderão sofrer sanções do MEC, oito terão o vestibular suspenso; outros 13 cursos terão redução de 50% das vagas; 33 terão redução de 25% das vagas. Além disso, esses cursos terão a suspensão do Fies e haverá uma avaliação em relação à continuidade de outros programas federais.

Os 45 cursos restantes serão proibidos de ampliar suas vagas. A aplicação das sanções é definida a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2.

Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi verificado nas universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, aparecem as instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta.

  • Municipais: 87,5% com notas 1 e 2;
  • Privadas com fins lucrativos: 58,4% com notas 1 e 2;
  • Especiais: 54,6% com notas 1 e 2;
  • Privadas sem fins lucrativos: 33,3% com notas 1 e 2;
  • Comunitárias/confessionais: 5,6% com notas 1 e 2;
  • Federais: 5,1% com notas 1 e 2;
  • Estaduais: 2,6% com notas 1 e 2;

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