Governadora Raquel Lyra em Cozinha Comunitária. (Foto: Miva Filho/Secom)
O Programa Bom Prato, braço do Pernambuco Sem Fome, alcançou a marca de mais de um milhão de refeições servidas mensalmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.
Com 237 cozinhas comunitárias em funcionamento — cada uma ofertando, no mínimo, 200 refeições diárias de segunda a sexta-feira — Pernambuco chega à marca de 1.042.800 refeições entregues por mês, considerando a média de 22 dias úteis.
“O Programa Bom Prato é fundamental para garantir que mais pernambucanos tenham acesso a alimentação nutritiva e à segurança alimentar. Desde 2023, já servimos mais de 19,4 milhões de refeições e entregamos 182 novas cozinhas comunitárias somente nesta gestão, mostrando que se trata de uma das políticas públicas mais sólidas e importantes do nosso Estado”, afirmou a governadora Raquel Lyra.
Na quarta-feira (19), a inauguração da Cozinha Comunitária Veraneio, em Arcoverde, no Sertão do Moxotó, ampliou a rede para 237 unidades ativas, reforçando o compromisso do Governo do Estado com a expansão do acesso à alimentação de qualidade.
Esta é a terceira cozinha comunitária em funcionamento no município. O equipamento conta com uma equipe de oito profissionais e oferece almoço à comunidade das 6h às 14h, de segunda a sexta-feira.
Para o secretário estadual de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas (SAS), Carlos Braga, a expansão do programa demonstra o compromisso do Governo do Estado com quem mais precisa.
“Esperamos chegar às 300 cozinhas comunitárias até o final do ano. Esse esforço evidencia a seriedade da gestão Raquel Lyra com a população vulnerável. A fome não espera”, pontuou o titular da pasta.
O avanço expressivo do Bom Prato é resultado da prioridade dada ao combate à fome na atual gestão. Até 2022, Pernambuco contava com apenas 55 cozinhas comunitárias ativas.
Em pouco mais de dois anos, com repasses rigorosamente em dia e apoio técnico contínuo da SAS, os municípios aderiram fortemente à iniciativa.
Os equipamentos, sob gestão municipal, recebem aporte inicial de R$ 50 mil para implantação e, após a inauguração, repasse mensal de R$ 20 mil.
Cada unidade oferece, no mínimo, 200 refeições diárias para pessoas encaminhadas pelos equipamentos da assistência social, como CRAS e CREAS.
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O estudo busca medir a percepção da população sobre a atuação das administrações municipais, com base em critérios definidos pela própria instituição responsável pela pesquisa.
Os índices elevados podem provocar aumento no nível de rios e canais, além de alagamentos em áreas mais vulneráveis.
De acordo com o comunicado, a atuação do Vórtice Ciclônico em Altos Níveis, em associação com a confluência dos ventos em baixos níveis é o responsável pela condição climática.
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