A organização é acusada de apresentar dados inconsistentes na prestação de contas ao MDS, incluindo CPFs inválidos e informações de pessoas que não constavam na relação oficial de beneficiários.
Deputada estadual Rosa Amorim. Foto: Reprodução/Redes sociais
A Associação da Juventude Camponesa Nordestina Terra Livre, ONG de Pernambuco, teve seu contrato suspenso pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) após denúncias de irregularidades na distribuição de marmitas para pessoas em situação de vulnerabilidade.
O contrato, no valor de R$ 3 milhões, foi firmado dentro do programa Cozinha Solidária, que tem o objetivo de fornecer refeições a beneficiários em todo o estado. A suspensão ocorreu após revelações feitas pelo jornal O Globo.
A vice-presidente da ONG, Ana Lúcia Gusmão Brindeiro, também exerce a função de assessora da deputada estadual Rosa Amorim (PT). A organização é acusada de apresentar dados inconsistentes na prestação de contas ao MDS, incluindo CPFs inválidos e informações de pessoas que não constavam na relação oficial de beneficiários.
Em resposta às denúncias, o ministério acionou a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Polícia Federal (PF) para investigar as possíveis fraudes.
O Portal de Prefeitura entrou em contato com a deputada Rosa Amorim para solicitar um posicionamento sobre o caso e aguarda retorno.
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A deputada federal recebeu 110.610 votos para a Câmara dos Deputados, enquanto Pastor obteve 75.534 votos na disputa por uma vaga na Alepe.
A suspeita inicial é de que a vítima estivesse sem o cinto de segurança no momento da colisão e tenha batido a cabeça no para-brisa do veículo.
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