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Amarelinhos da CTTU passaram 5 anos sem receber férias, denuncia vereador

Parlamentar afirma que empresa terceirizada descumpriu direitos trabalhistas durante contrato com a Prefeitura do Recife.

Portal de Prefeitura

11 de fevereiro de 2026 às 11:17   - Atualizado às 11:31

Amarelinhos da CTTU

Amarelinhos da CTTU Foto: Divulgação/PCR

Os trabalhadores conhecidos como “amarelinhos”, que atuam no ordenamento do trânsito em parceria com a Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU), teriam passado cinco anos sem receber férias. A denúncia foi feita por um vereador do Recife durante discurso no plenário da Câmara Municipal.

Segundo o parlamentar, a situação envolve uma empresa terceirizada responsável pela prestação de serviços à Prefeitura do Recife, especialmente na área de mobilidade urbana. De acordo com a fala na tribuna, o primeiro contrato firmado com o município teria sido executado ao longo de cinco anos sem a concessão de férias aos funcionários.

“Essa empresa que presta serviço em contrato com a Prefeitura, especialmente da CTTU, passou o primeiro contrato dela de cinco anos sem pagar uma única férias”, declarou o vereador Rinaldo Junior

Pedido de informações e possível aplicação da lei

O parlamentar informou que pretende formalizar pedido de informações ao Executivo municipal para obter detalhes sobre os contratos firmados entre a empresa e a Secretaria de Mobilidade. Ele também mencionou a possibilidade de aplicação de dispositivos legais que preveem sanções administrativas em caso de descumprimento contratual.

De acordo com o vereador, a legislação municipal prevê medidas como advertência, multa e até rescisão unilateral do contrato, caso sejam comprovadas irregularidades trabalhistas.

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A denúncia levanta questionamentos sobre a fiscalização dos contratos públicos e o cumprimento das obrigações trabalhistas por parte de empresas terceirizadas que atuam em serviços essenciais.

Quem são os “amarelinhos”

Os chamados “amarelinhos” são profissionais que auxiliam na organização do trânsito da capital pernambucana. Identificados pelo uniforme amarelo, tornaram-se figuras conhecidas da população recifense por atuarem em cruzamentos, eventos e operações especiais de mobilidade.

Apesar do reconhecimento popular, a denúncia indica que os trabalhadores podem estar enfrentando dificuldades relacionadas a direitos básicos previstos na legislação trabalhista.

Posicionamento das partes

Até o momento, não houve manifestação pública da empresa citada no discurso nem da Prefeitura do Recife sobre as declarações feitas no plenário.

O espaço segue aberto para esclarecimentos das partes envolvidas.

Caso as informações sejam confirmadas, o caso poderá ter desdobramentos administrativos e trabalhistas, reforçando o debate sobre transparência e responsabilidade na gestão de contratos públicos no município.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

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