O jovem chegou a ser socorrido para um hospital da cidade, onde recebeu os primeiros socorros. No entanto, ele não resistiu e morreu na unidade de saúde.
07 de janeiro de 2025 às 10:04 - Atualizado às 10:17
Adolescente de 16 anos morreu afogado na tarde do último domingo, 5 de janeiro. Foto: Reprodução/Internet
Enquanto tomava banho em um rio, um adolescente de 16 anos morreu afogado na tarde do último domingo, 5 de janeiro, em Tamandaré, Litoral Sul de Pernambuco. O afogamento ocorreu no Rio Ariquindá.
O menino chegou a ser levado para um hospital da cidade, onde recebeu os primeiros socorros. Mas, no entanto, não resistiu e morreu na unidade de saúde. O corpo da vítima foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Palmares, na Zona da Mata.
De acordo com dados do balanço divulgado pela Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), no primeiro semestre de 2022, os afogamentos em praias, piscinas, rios e represas são a causa de 5.700 mortes por ano no Brasil. Crianças e jovens do sexo masculino são as principais vítimas.
O levantamento revelou também que, até 2020, os afogamentos eram a segunda causa de morte entre crianças de um a quatro anos de idade, mas em 2022, tornou-se a primeira. E mais da metade das mortes por afogamento de crianças de um a nove anos acontece em piscinas.
Até 45% dos casos de afogamento ocorrem no verão, entre dezembro e março.
Para evitar afogamentos, principalmente de crianças, é necessário estar atento a algumas regras:
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A iniciativa surge em um momento em que os estoques de sangue costumam diminuir, enquanto a demanda hospitalar continua elevada.
O estudo busca medir a percepção da população sobre a atuação das administrações municipais, com base em critérios definidos pela própria instituição responsável pela pesquisa.
Os índices elevados podem provocar aumento no nível de rios e canais, além de alagamentos em áreas mais vulneráveis.
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