Deputado federal Clarissa Tércio. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) criticou o governo federal após a suspensão do “Prêmio Maria Lúcia Pereira de Iniciativas Inovadoras na Política sobre Drogas”, organizado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad), vinculada ao Ministério da Justiça.
Segundo a deputada, o governo quase premiou uma cartilha que orientava jovens sobre como agir durante abordagens policiais portando drogas.
“Absurdo! O governo quase premiou uma cartilha que ensina jovens a ‘lidarem’ com a polícia caso sejam pegos com drogas!”, declarou a deputada nas redes sociais.
Clarissa destacou que a mobilização popular foi fundamental para barrar o avanço da iniciativa.
A parlamentar, que relembrou sua experiência pessoal com o impacto das drogas, reforçou seu compromisso em defender valores familiares.
“Eu vivi a dor das dr0g4s dentro de casa… Sei o sofrimento que isso causa! Não vamos permitir que plantem essa cultura maldita no coração dos nossos filhos. Seguimos lutando por valores, por vida, por famílias de pé!”, afirmou.
A cartilha em questão, intitulada “Deu Ruim? Fica Frio. O que fazer se você estiver com drogas e for abordado pela polícia”, foi elaborada pela Frente Mineira de Drogas e Direitos Humanos. Apesar da suspensão da premiação, a Senad esclareceu, em nota oficial, que ainda não havia premiado nenhum projeto e que a responsabilidade pelo conteúdo das propostas inscritas é exclusivamente dos seus autores.
A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) voltou a defender a aprovação do Projeto de Lei 4863/2024, de sua autoria, que visa proteger os dados dos segurados do INSS e estabelecer critérios rígidos para a autorização de empréstimos consignados.
O alerta foi feito após a deflagração de uma operação da Polícia Federal que revelou um esquema de fraudes bilionárias no INSS e teve como alvo um sindicato ligado ao irmão do presidente Lula.
De acordo com a Polícia Federal, o rombo causado pelas fraudes pode ultrapassar R$ 6,3 bilhões, com indícios de envolvimento de entidades sindicais e o uso indevido de dados de beneficiários da Previdência Social. O presidente do INSS chegou a pedir demissão em meio à repercussão do escândalo.
“O que está sendo revelado é gravíssimo. Estão desviando dinheiro de aposentados, viúvas, idosos e pessoas humildes que mal conseguem pagar suas contas. É inadmissível. Nosso projeto nasceu justamente da necessidade de proteger os mais vulneráveis contra esse tipo de abuso e corrupção. Não podemos permitir que os dados dos segurados sejam usados como moeda de troca ou fonte de enriquecimento ilícito para grupos ligados ao poder”, declarou a deputada.
O PL 4863/2024 proíbe o compartilhamento de dados de beneficiários do INSS com instituições financeiras sem autorização expressa e estabelece que a contratação de empréstimos consignados só poderá ocorrer com presença física do segurado ou, em casos excepcionais, com autenticação digital segura.
O texto também prevê punições severas para empresas que violarem as regras, como multas de até R$ 100 mil por operação irregular e suspensão do credenciamento junto ao INSS.
Clarissa Tércio conclui reforçando que o combate às fraudes deve ser prioridade. Para a parlamentar, a recente operação da PF confirma as denúncia de que o sistema do INSS está vulnerável e precisa de controle.
“Nosso projeto é uma resposta concreta e urgente para garantir segurança jurídica e respeito aos direitos dos aposentados”, garantiu a parlamentar.
O projeto aguarda tramitação na Câmara dos Deputados.
3
15:03, 13 Fev
25
°c
Fonte: OpenWeather
Vale destacar que a governadora Raquel Lyra confirmou que vai realizar um certame destinado a Segurança Pública neste ano.
Os eventos começam cedo e se estendem até a noite, com atividades gratuitas e pagas espalhadas pelos principais pontos das cidades.
A expectativa em torno do certame mobiliza candidatos que buscam cargos como agente, escrivão e delegado
mais notícias
+