Conccurso públido da ALEPE. Foto: Divulgação
A Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (Alepe) deve realizar um novo concurso público em 2025, conforme previsto no planejamento estratégico da instituição para o período de 2020 a 2035. Esse documento aponta a necessidade de contratações periódicas devido à vacância de cargos e ao aumento de aposentadorias.
O último concurso ocorreu em 2014, quando foram oferecidas 100 vagas distribuídas entre os cargos de agente legislativo (40 vagas, exigindo nível médio) e analista legislativo (60 vagas, com exigência de nível superior). A banca organizadora foi a Fundação Carlos Chagas (FCC), e os salários iniciais à época eram de R$ 4.780,74 para agentes e R$ 11.315,33 para analistas.
Apesar da expectativa, o próximo certame ainda não possui detalhes definidos, como número de vagas, cargos, salários ou banca organizadora. No entanto, os concurseiros devem se preparar desde já, acompanhando atualizações oficiais e editais preliminares.
A Alepe apresenta atualmente 197 vagas em aberto, conforme segue:
• Agente Legislativo: 28 vagas
• Técnico Legislativo - Processo Legislativo: 55 vagas
• Analista Legislativo - Consultoria Legislativa: 33 vagas
A reposição de servidores é essencial para garantir a continuidade dos serviços legislativos e atender às demandas de uma estrutura administrativa cada vez mais complexa. Um levantamento das necessidades será realizado, alinhado ao Plano Plurianual, para definir os parâmetros do concurso.
Preparação antecipada
Com a possibilidade de salários atrativos e cargos de destaque, o concurso da Alepe deve atrair milhares de candidatos. Assim, os interessados devem investir em estudos antecipados, principalmente focando nas áreas de direito constitucional, administrativo, legislação estadual e outras disciplinas comuns em concursos legislativos.
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A oportunidade prevê 200 vagas imediatas, com remuneração que pode chegar a R$ 6 mil, considerando o subsídio inicial e as gratificações da categoria.
O concurso abrangerá órgãos da administração direta, autárquica e fundacional, com oportunidades em áreas como educação, saúde, administração, fiscalização, segurança pública e planejamento.
A proposta altera a Lei nº 13.656/2018 e ainda precisa passar pela análise das comissões temáticas da Câmara dos Deputados antes de uma eventual votação em plenário.
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