O evento foi registrado em vídeo e divulgado pela Nasa, mostrando os buracos coronais com cerca de 800 mil quilômetros de largura se abrindo no sol.
04 de fevereiro de 2025 às 09:12 - Atualizado às 11:19
Buraco no sol cresce e fica 62 vezes maior que a terra. Reprodução/Nasa
Um grande buraco com cerca de 800 mil quilômetros de largura na atmosfera do Sol está emitindo correntes de vento solar em direção à Terra.
O fenômeno, conhecido como "buraco coronal" tem 62 vezes o tamanho do globo terrestre e pode intensificar auroras boreais e austrais. A Nasa divulgou o evento através de vídeo.
Segundo o site Space, os buracos coronais são áreas onde o campo magnético do Sol se abre.
Isso permite que o vento solar escape livremente para o espaço.
Essas regiões aparecem mais escuras em imagens ultravioletas porque não possuem os gases quentes e brilhantes que costumam ficar presos pelos campos magnéticos.
A duração pode chegar a semanas e até meses, diferente das erupções solares.
Normalmente, o plasma quente do Sol fica preso pelos campos magnéticos, mas quando há um buraco coronal, ele se dissipa, liberando grandes quantidades de partículas carregadas.
De acordo com a plataforma Spaceweather.com, o vento solar liberado por esse buraco coronal está viajando a cerca de 500 quilômetros por segundo.
Esse fluxo de partículas deve atingir a Terra na sexta-feira (31) e pode gerar uma tempestade geomagnética de nível G1, a classificação mais baixa na escala da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA).
Esse tipo de tempestade não apresenta grandes riscos, mas pode intensificar as auroras boreais e austrais, tornando-as mais visíveis em regiões próximas aos polos.
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Fonte: OpenWeather
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