De acordo com as investigações, a vítima aceitou uma corrida oferecida pelo líder religioso, com destino a Valparaíso.
01 de março de 2025 às 09:51 - Atualizado às 10:40
Pastor é preso suspeito por matar uma mulher que era motorista de aplicativo. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
A Polícia Civil prendeu um pastor, na quarta-feira, 26 de fevereiro, identificado como Antônio Ailton da Silva, suspeito de matar uma motorista de aplicativo. A vítima era chamada como Ana Rosa Rodolfo de Queiroz Brandão a facadas, no Cruzeiro, Distrito Federal.
O pastor Antônio, membro da Assembleia de Deus Vida e Paz, em Valparaíso de Goiás, também é acusado de tentar assassinar sua ex-mulher. O mesmo também tentou tirar a vida de uma amiga dela na noite anterior, no Recanto das Emas.
De acordo com as investigações, Ana Rosa aceitou uma corrida informal oferecida por Antônio, com destino a Valparaíso.
Durante o trajeto, ele anunciou o assalto e desferiu golpes de faca contra a vítima, que perdeu o controle do veículo e colidiu. O suspeito fugiu a pé.
Na Rodoviária do Cruzeiro, populares alertaram um militar do Exército, que iniciou a perseguição. Antônio reagiu e tentou atacá-lo com a faca.
Após tentar negociar, o militar disparou contra o chão, e o suspeito tentou escapar, mas outros populares o capturaram.
Um tribunal condenou um pastor de 79 anos a 45 anos de prisão por abusar sexualmente das filhas gêmeas que ele havia adotado. O juiz Anderson Passos, da 1ª Vara da Comarca de Arapiraca, em Alagoas, proferiu a decisão da justiça na última terça-feira, 25 de fevereiro.
O caso aconteceu em maio de 2022, na zona rural de Craíbas, interior de Alagoas. Sendo assim, o acusado, que é pastor, estava preso desde o ano passado quando uma das meninas denunciou os abusos feitos pelo líder religioso. De acordo com a polícia, as redes sociais foram a ferramenta utilizadas pelas vítimas para fazer o desabafo.
Com isso, além dos 45 anos de prisão, o pastor também recebeu uma condenação de dois meses e seis dias de detenção por ameaçar de morte as vítimas.
As investigações comandadas pelo Núcleo de Investigações Especiais (Niesp) da polícia apontam que o acusado abusava das vítimas dos 7 aos 14 anos de idade.
Por isso, ainda conforme as autoridades, os abusos tiveram início quando a família morava em Itaquaquecetuba (SP), onde o pastor morou por 50 anos e teve três filhos.
Sendo assim, ele se casou com a mãe das vítimas após a m0rte da antiga esposa. A princípio, depois que descobriram o crime, as filhas aliciaram o pastor, que apresentou suas justificativas.
Com isso, a polícia prendeu o líder religioso no município de Amaraji, interior de Pernambuco, e o juiz estabeleceu o regime fechado para o início da pena.
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