O anúncio foi dado nessa segunda-feira, 20 de janeiro, logo após sua posse nos Estados Unidos.
21 de janeiro de 2025 às 10:53 - Atualizado às 11:20
Donald Trump Foto: Reprodução/Internet
Nessa segunda-feira, 20 de janeiro, o mundo se voltou para a posse do presidente Donald Trump, que assinou documento retirando os Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde (OMS), cortando laços com a agência de saúde pública das Nações Unidas em seu primeiro dia no cargo.
O governo de Trump se retirou formalmente da organização em julho de 2020, enquanto a pandemia de Covid-19 se espalhava pelo mundo.
O texto da ordem executiva desta segunda cita a “má gestão da pandemia de COVID-19 pela organização que surgiu de Wuhan, China e outras crises globais de saúde, sua falha em adotar reformas urgentemente necessárias e sua incapacidade de demonstrar independência da influência política inapropriada dos estados-membros da OMS”, como razões para a retirada.
“Essa é uma grande questão”, disse Trump a um assessor ao começar a assinar a ordem executiva, apontando para sua decisão de 2020 e sua crença de que os EUA estavam pagando muito dinheiro à organização em comparação a outros países.
A ordem também diz que a OMS “continua a exigir pagamentos injustamente onerosos” dos EUA.
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A decisão foi comunicada aos funcionários nesta terça-feira (4). Um vídeo que circula nas redes sociais registra o momento em que é comunicada uma reestruturação na unidade.
Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
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