Donald Trump, presidente reeleito nos EUA. Foto: Shealah Craighead/White House
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se comprometeu a assegurar a paz no mundo, além de ampliar a riqueza e o território americanos.
"A era dourada da América começa agora", disse, logo no início do discurso de posse durante cerimônia no Capitólio, em Washington D.C.
O republicano disse que seu "legado mais orgulhoso" será o "fomentador da paz". Ele lembrou que reféns do Hamas estão voltando para casa em Israel.
"Nosso país florescerá e será respeitado no mundo", destacou ele, que acrescentou que o país será "próspero e forte".
Trump acrescentou que os EUA serão "mais forte e excepcionais que nunca" e que trabalhará para trazer a segurança de volta "em cada dia do nosso governo patriota". "Vou colocar a América em 1º lugar", destacou.
Trump ressaltou que 20 de janeiro de 2025 ficará conhecido como "O dia da Libertação". Segundo ele, a lei e a ordem serão restauradas nas cidades americanos e haverá "união nacional".
De acordo com Trump, a política oficial do governo passa a ser de que há apenas dois gêneros - masculino e feminino.
"Estamos à beira dos melhores 4 anos da história", garantiu.
Trump prometeu recontratar militares que foram demitidos por conta da obrigatoriedade de vacinas e disse que pretende enviar astronautas americanos a Marte.
Ele acrescentou que a Justiça livre será retomada e disse que acabará com a censura para garantir a liberdade de expressão.
"Não há nada que não possamos fazer, nem sonho que não possamos alcanaçar", pontuou. "Nosso país está sofrendo muito, mas vamos fazê-lo grande outra vez".
Trump chamou atenção para a vitória nos sete Estados-pêndulos nas eleições de 2024 e também no voto popular. Segundo ele, o sistema de saúde não está pronto para emergências.
Estadão Conteúdo
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Segundo informações divulgadas pelo UFC, o atleta teria sofrido um aparente ataque cardíaco enquanto dormia e não resistiu.
o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
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