De acordo com o processo, julgado pela Sexta Câmara Cível do TJPE, a Azul deve pagar R$ 52 mil por danos materiais e R$ 7 mil por danos morais. Ninguém recorreu da decisão e, por isso, o caso foi transitado em julgado no dia 28 de março deste ano.
Margareth Menezes durante apresentação do galo da madrugada. Foto: reprodução
O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) condenou a Azul Linhas Aéreas a pagar R$ 59 mil à cantora Margareth Menezes, após atrasar mais de quatro horas o voo que a baiana iria embarcar para o Recife. O atraso acabou impedindo a artista de se apresentar no Galo da Madrugada no Carnaval de 2020.
Na época, o contrato da apresentação de Margareth no Galo previa que o evento começaria às 8h da manhã, com saída do trio elétrico às 9h. Como a cantora não conseguiu se apresentar devido ao atraso do voo, a produtora musical Same Promoções e Fomento LTDA teve que devolver o valor de R$ 52.500 pago pela apresentação.
De acordo com o processo, julgado pela Sexta Câmara Cível do TJPE, a Azul deve pagar R$ 52 mil por danos materiais e R$ 7 mil por danos morais. Ninguém recorreu da decisão e, por isso, o caso foi transitado em julgado no dia 28 de março deste ano.
Margareth, que atualmente é ministra da Cultura do governo Lula, foi liberada neste ano pela Comissão de Ética Pública (CEP) da Presidência da República a fazer shows, sendo paga com recursos públicos pelas apresentações que realizou durante o Carnaval.
Em março de 2024, a CEP havia decidido que a ministra só poderia fazer shows pagos com dinheiro privado. A comissão chegou a liberar os shows pagos com verba pública já contratados na época, mas vedou as “apresentações futuras” custeadas desta forma.
Margareth Menezes recebeu pelo menos R$ 640 mil das prefeituras de Salvador (BA) e Fortaleza (CE) pelos shows que fez nas cidades em 2025. O salário de ministros de Estado, desde 1° de fevereiro, está em R$ 46.366,19. Antes de ir faturar na folia deste ano, a ministra fez nova consulta à Comissão de Ética, pedindo esclarecimentos sobre as decisões de 2024.
O colegiado, controlado por aliados do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entendeu que só há impedimento no caso de verba federal. Cachês pagos por estados e municípios estão liberados.
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