O também presidente da UVP participou na tarde desta terça-feira, 21 de janeiro, do programa Diálogos da Tv Nova Nordeste que contou com participação do jornalista Rodolfo Kosta do Portal de Prefeitura.
21 de janeiro de 2025 às 20:15 - Atualizado às 20:49
Vereador Léo do Ar, presidente da Câmara de Gravatá Imagem: Reprodução/YouTube
Durante o programa Diálogos da TV Nova Nordeste, na tarde desta terça-feira, 21 de janeiro, o vereador e presidente da Câmara de Gravatá e presidente da Associação dos Vereadores de Pernambuco (UVP), Léo do Ar (PP), comentou o questionamento do jornalista e radialista Rodolfo Kosta, do site Portal de Prefeitura, sobre como se deu a realização do mais recente concurso para a Casa Legislativa em seu mandato.
"O penúltimo concurso de Gravatá foi em 2006, aonde foi o motivo de escândalo. Gente que era mudo, passou para telefonista, só para você ver o nível de como era o concurso. No meu mandato, no nosso mandato como presidente, a gente fez um concurso público com o Instituto de Brasília, na época chamada IDIB. Chamei o Ministério Público, convoquei uma comissão de vereadores na época de oposição e fizemos. Abrimos 17 vagas com o concurso com excelência e sem nenhum questionamento por parte do Ministério Público e também nem por parte da banca que se fez presente", disse.
O verador que já soma quatro mandatos como representante do povo gravataense e cinco como presidente da Casa Elias Torres, diz ter cumprido mais uma missão com o concurso público da Câmara.
"Hoje, a Câmara da gente existe, com mais sete funcionários efetivos, que o concurso público foi idealizado por mim na época e hoje eu fico com o sentimento do dever cumprido, que eu fiz mais uma missão e atualizamos e colocamos, respeitando o MP, respeitando atributos de dever, fizemos um concurso a nível de Brasil na cidade de Gravatá", afirmou.
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A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
Segundo documentos, os valores declarados pelo ministro estão abaixo do preço de mercado e indicam que dois apartamentos foram cedidos a duas empregadas domésticas.
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