Presidente Lula ao lado da primeira-dama Janja da Silva. Foto: Ricardo Stuckert/PR
Mesmo com o cenário atual do presidente Lula (PT) não sendo nada favorável para o petista, que enfrenta a queda da sua popularidade, o núcleo mais próximo do líder da esquerda brasileira acredita que ele tem todas as chances de se reeleger em 2026.
No entanto, a reeleição do presidente não deve ser uma tarefa nada fácil, tendo em vista que todas as últimas pesquisas divulgadas recentemente mostram que o governo Lula não tem agradado os brasileiros.
A pesquisa AtlasIntel divulgada na segunda-feira, 28 de abril, mostra que 50,1% dos brasileiros desaprovam o desempenho do presidente no comando do país.
O levantamento feito pelo mesmo instituto no dia 1º de abril constatou que a reprovação de Lula chegou a 53,6%. Ou seja, mesmo com tendência de queda, a desaprovação da gestão petista ainda é grande na maioria dos brasileiros.
Este cenário é preocupante para o PT, no entanto, o partido e outras alas da esquerda estão tentando suavizar os impactos negativos da gestão - que também enfrenta a alta do preço dos alimentos -, o calcanhar de Aquiles do governo.
Segundo o Conexão Política, nos bastidores, a sensação predominante é de vitória política nas urnas. O partido acredita que Lula continuará mantendo os apoios políticos necessários para garantir um eleitorado capaz de lhe assegurar a reeleição.
Diante da baixa popularidade, o petista está tentando negociar acordos individuais nos estados com políticos do PP, Republicanos, PSD, União Brasil e MDB.
No Nordeste, onde Lula ainda mantém um melhor desempenho, as tratativas estão adiantadas. O PT deve apoiar nomes do MDB em Alagoas e no Rio Grande do Norte. No estado alagoano, o petista tenta atrair o PP, liderado pelo ex-presidente da Câmara, Arthur Lira.
Um acordo com o PP do Maranhão, comandada pelo ministro dos Esportes, André Fufuca, já é tido como bem encaminhado. Já na Paraíba, o que se fala é que o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP) está costurando o apoio do governo federal para que o seu sobrinho e atual vice-governador, Lucas Ribeiro, seja candidato a governador.
Em Pernambuco, Lula deve ter um palanque duplo, com os apoios da governadora Raquel Lyra (PSD), e do prefeito do Recife, João Campos.
Na segunda-feira, 28 de abril, em entrevista exclusiva ao Portal de Prefeitura, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, deixou claro que o Republicanos trabalhará na base do presidente e qualquer definição do partido será em acordo com o líder petista.
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Petista passa por um momento de pico de sua rejeição nos últimos meses. Em março de 2026, por exemplo, 56% diziam que não votariam nele de forma alguma.
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