Donald Trump, presidente do Estados Unidos. Foto: Reprodução.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou sua rede social, Truth Social, para enviar um alerta drástico ao regime de Teerã. Diante do fechamento do Estreito de Ormuz via crucial para o escoamento de petróleo mundial, o republicano afirmou que os militares americanos estão prontos para atingir alvos estratégicos, especificamente usinas de energia e pontes, caso a passagem não seja liberada imediatamente.
A linguagem utilizada pelo presidente foi descrita como "agressiva" e "sem precedentes", incluindo um ultimato de 48 horas para que o Irã recue. "Terça-feira será o Dia das Usinas de Energia e o Dia das Pontes, tudo de uma vez só", escreveu Trump, sinalizando uma ofensiva aérea coordenada para paralisar a logística e o fornecimento elétrico iraniano.
O bloqueio do estreito é o ponto central do conflito. Por aquela região passa cerca de 20% do consumo mundial de petróleo líquido, o que torna qualquer interrupção um gatilho para crises econômicas globais e disparada nos preços dos combustíveis.
O anúncio do ataque iminente ocorre apenas cinco dias após o presidente ter declarado, no Salão Oval, a intenção de retirar as forças americanas do conflito em até três semanas.
Originalmente, o Pentágono trabalhava com uma janela de quatro a seis semanas para encerrar a participação dos EUA na guerra. No entanto, a nova postura de Trump sugere que, antes de uma retirada total, o governo americano pretende realizar uma "demonstração de força final" para garantir que o Irã não mantenha o controle sobre as rotas comerciais marítimas.
Analistas internacionais observam o movimento com cautela. Se o Irã não ceder ao ultimato, a terça-feira, 7 de abril, pode marcar o início de uma nova e violenta fase do conflito, com ataques cirúrgicos que podem devastar a economia interna iraniana e provocar represálias em todo o Oriente Médio.
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Matéria aponta que a USTR (Escritório do Representante do Comércio dos EUA) tem prazo até julho para concluir investigações sobre supostas práticas comerciais consideradas injustas.
A fala ocorreu em entrevista a uma rádio italiana, e Paolo Zampolli comentou também sobre experiências pessoais e mencionou sua ex-esposa, a brasileira Amanda Ungaro.
A declaração foi feita durante visita à sede da Embrapa, em Planaltina, no Distrito Federal, em um evento voltado à valorização do conhecimento científico.
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