Matéria aponta que a USTR (Escritório do Representante do Comércio dos EUA) tem prazo até julho para concluir investigações sobre supostas práticas comerciais consideradas injustas.
PIX e Rua 25 de Março são alvos dos EUA (Fotos: Bruno Peres e Paulo Pinto (Agência Brasil))
Os Estados Unidos preparam um novo pacote de tarifas contra o Brasil e outros países, com alíquota estimada em cerca de 30% para produtos brasileiros. A informação é da CNN Brasil.
De acordo com a reportagem, a medida deve poupar itens que possam pressionar a inflação nos EUA, como café, carne e suco de laranja.
Matéria aponta que a USTR (Escritório do Representante do Comércio dos EUA) tem prazo até julho para concluir investigações sobre supostas práticas comerciais consideradas injustas e discriminatórias por parte do Brasil. No entanto, o resultado pode ser antecipado, já que o processo estaria em estágio avançado.
Entre os pontos questionados estão tarifas e barreiras comerciais, além do sistema de pagamentos Pix. Segundo o governo americano, o modelo violaria a livre concorrência por ser favorecido pelo Banco Central em relação a sistemas privados, inclusive estrangeiros.
As investigações também citam problemas na proteção à propriedade intelectual, mencionando a venda de produtos piratas em centros comerciais como a Rua 25 de Março, além de críticas à lentidão no sistema de patentes, que afetaria empresas inovadoras dos Estados Unidos.
Outro ponto levantado envolve crimes ambientais. Em publicação na rede social X, feita na quarta-feira (22), Dia da Terra, o presidente Donald Trump aparece com uma pá, acompanhado da mensagem: “Cavando práticas comerciais injustas que prejudicam trabalhadores americanos”.
Ainda segundo o USTR, cerca de 50% da madeira exportada pelo Brasil — e 90% da oriunda da Amazônia — teria origem ilegal, o que, na avaliação do órgão, impacta o meio ambiente e a competitividade dos produtores americanos.
A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, em fevereiro deste ano, limitar o alcance das tarifas comerciais impostas durante o governo de Donald Trump.
A Corte analisou o uso de dispositivos legais que permitiram a aplicação de taxas sobre produtos importados sem autorização direta do Congresso. Os ministros reforçaram que a Constituição atribui ao Legislativo o poder de regular o comércio exterior.
O julgamento definiu parâmetros mais claros para o uso de argumentos ligados à segurança nacional. Trump utilizou essa justificativa para impor tarifas a produtos de diferentes países.
Ele afirmou que determinadas importações ameaçavam setores estratégicos da economia americana. A Corte avaliou essa interpretação e determinou que o presidente precisa respeitar critérios objetivos e limites legais.
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Segundo informações divulgadas pelo UFC, o atleta teria sofrido um aparente ataque cardíaco enquanto dormia e não resistiu.
o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
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